Marcelo Paz descarta rumor de saída de Vojvoda para Corinthians em 2022: "tem renovação automática"

Assunto circulou entre jornalistas e torcedores nesta quarta-feira, na véspera de jogo entre Fortaleza e Atlético-MG

Vojvoda joga bola para o alto em jogo do Fortaleza
Legenda: Vojvoda deixou o Fortaleza com uma identidade tática e tem perfil ofensivo nos jogos
Foto: Thiago Gadelha / SVM

O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, se manifestou na tarde desta quarta-feira (27), sobre um rumor que preocupou os torcedores do clube justamente às vésperas de uma importante decisão pela Copa do Brasil, diante do Atlético Mineiro: a possível saída do técnico Juan Pablo Vojvoda para o Corinthians em 2022. Para o mandatário tricolor, a informação não procede.

“O Vojvoda tem contrato até o final do ano com cláusula de renovação automática e aumento salarial se a gente conseguir vaga pelo menos na Sul-Americana. E essa vaga ao meu ver já está obtida. A tendência natural é que ele fique mais um ano, não só pela questão contratual mas pelo dia a dia. Nas nossas conversas a gente já fala em 2022 e projeta as situações”, ressaltou o dirigente, em entrevista à ESPN.

Trabalho e renovação

O técnico argentino foi contratado pelo Fortaleza no início de maio e iniciou um trabalho que hoje mantém o clube no G4 da Série A do Campeonato Brasileiro - atualmente é vice-líder - e o levou a disputar uma semifinal de Copa do Brasil.

Sobre o futuro de Vojvoda, inclusive, o Diário do Nordeste publicou, na última segunda-feira (24), detalhes sobre o novo contrato costurado entre clube e profissional, garantindo renovação automática pré-fixada e estabelecimento de novo vínculo, com duração maior e aumento de ganho salarial.

Ainda em junho, com pouco mais de um mês de trabalho, o treinador havia manifestado interesse em permanecer no clube em 2022.

Especulações

Rumores sobre a possível saída de Juan Pablo Vojvoda do Fortaleza não são novidade no Pici. Em agosto, surgiu uma informação da ESPN de que o argentino estaria na mira do Racing (ARG) para substituir Pizzi, demitido à época. A diretoria novamente descartou, garantindo que nenhuma proposta havia chegado ao correio tricolor.

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