Fifa cria exceções para clubes não liberarem jogadores às seleções

As três novas medidas são válidas para 2020 e foram tomadas por conta da pandemia de coronavírus

Seleção brasileira
Legenda: As exceções já tinham sido estabelecidas durante os jogos das seleções da Europa e agora, valem para todo o mundo, incluindo as Eliminatórias Sul-Americanas
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Fifa divulgou nesta quinta-feira (1º) algumas exceções que permitem aos clubes não liberar seus jogadores para jogos das seleções nacionais. A medida tem validade para as partidas internacionais deste ano e foi tomada em razão da pandemia de coronavírus.

As exceções já tinham sido estabelecidas durante os jogos das seleções da Europa em setembro. Agora, valem para todo o mundo, incluindo as quatro primeiras rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022, no Catar.

São três fatores que tiram a obrigatoriedade de os clubes cederem seus jogadores às seleções:

  • Se há um período obrigatório de quarentena ou autoisolamento de pelo menos cinco dias após a chegada;
  • Se há restrição de viagem;
  • Ou se uma isenção específica das autoridades competentes em relação às decisões anteriores não foi concedida aos jogadores de uma equipe representativa.

A Fifa ainda informou que "juntamente com as confederações e associações-membro, continuará monitorando a situação em relação às políticas de viagens e quarentena das autoridades competentes em relação aos próximos jogos internacionais".

Se não houver alguma das exceções estabelecidas pela Fifa, os clubes continuam sendo obrigados a cederem seus jogadores para as respectivas seleções nacionais. No protocolo de retorno do futebol, a Fifa aconselha qualquer seleção "ampliar o plantel de jogadores disponíveis enquanto estiverem em vigor as restrições relativas à pandemia de covid-19".

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