Éderson cita importância do apoio do torcedor do Fortaleza e comenta adaptação à nova posição; veja

Volante concedeu entrevista coletiva pré-jogo nesta terça-feira (26)

Legenda: Ederson é um dos principais jogadores do Fortaleza Esporte Clube na temporada 2021
Foto: Kid Júnior

Com mais de sete mil torcedores garantidos antecipadamente, a semifinal da Copa do Brasil entre Fortaleza e Atlético-MG, nesta quarta-feira (27), deverá receber o maior público da Arena Castelão em 2021. Em entrevista coletiva pré-jogo, o volante Éderson comentou sobre a importância de poder contar com o apoio de quase 30 mil pessoas no estádio, em busca de uma virada histórica contra o Galo.

"É um combustível, é algo que vai nos impulsionar, ainda mais tendo a presença de mais torcedores. Sabemos que é um jogo muito difícil, então toda ajuda que tivermos será bem-vinda. Iremos nos dedicar ao máximo para tentar buscar o resultado que precisamos. O apoio da torcida nos impulsiona mais."

Desvantagem

Diante de uma desvantagem elástica, o Fortaleza precisará de bastante concentração para reverter o placar e buscar a inédia classificação à final da Copa do Brasil. Na visão do volante, é essencial se defender bem e ser efetivo no ataque.

"Será um jogo difícil. Mais do que o primeiro, já que tem a diferença de gols. É buscar se concentrar mais do que a primeira partida. Não colocamos que temos que fazer cinco gols. Vamos pensando no primeiro, depois em fazer outro. E também defender. No último jogo foi o que mais pecamos, afinal tomamos quatro gols. Então, é se defender bem e atacar com efetividade. Vai ser um jogo de muita garra e muita luta."

Veja coletiva na íntegra

Para a partida, o técnico Juan Pablo Vojvoda possivelmente não poderá contar com seis atletas. Na defesa, Marcelo Benevenuto é desfalque certo, enquanto Tinga é dúvida. Desta forma, o comandante argentino deve escalar novamente Ederson na zaga. O atleta, que atuou na linha defensiva na vitória do Fortaleza contra o Athletico-PR, comentou sobre a adaptação à nova posição.

"Foi aos poucos, fui tentando me adaptar com os minutos. É uma posição um pouco mais tranquila do que o que estou acostumado, já que jogo no meio-campo e tem maior número de jogadores, fazendo a primeira linha. Eu pude ver sempre o jogo de frente. Claro que tive algumas dificuldades, precisava prestar um pouco mais atenção em fechar mais rápido, prestar atenção se tinha alguém passando. São detalhes. Acho que consegui pegar muito bem no decorrer da partida e me adaptei bem. Estou aqui para ajudar, ainda mais com os desfalques que estamos tendo agora."

 

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