Diretor da Conmebol garante final da Libertadores no Maracanã: 'Sem mudança'

Frederico Nantes, diretor de competições de clubes da entidade, comentou sobre os locais das decisões das competições sul-americanas durante a pandemia de Covid-19

Legenda: O Maracanã é um dos símbolos do Rio de Janeiro e um dos principais estádios do mundo
Foto: Yasuyoshi Chiba / AFP

A paralisação provocada pela pandemia do novo coronavírus, que já dura quatro meses, fez com que a Conmebol tivesse que mudar todo o calendário de suas competições em 2020. Na semana passada, a entidade anunciou novas datas para os torneios sul-americanos, mas garantiu que a final da Copa Libertadores, marcada agora para janeiro de 2021, será mesmo no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, como foi definido no ano passado.

"Sem mudança. Não há nenhum plano de mudar as sedes das finais tanto Córdoba, na Sul-Americana, quanto Maracanã para Libertadores. Esse é o plano. Claro que a gente não conhece o vírus, como será a evolução. Posso dizer que o plano é manter Sul-Americana em Córdoba e Libertadores no Maracanã como foi definido no ano passado", garantiu Frederico Nantes, diretor de competições de clubes da Conmebol, em entrevista ao SporTV.

As competições sul-americanas foram paralisadas em meados de março por conta do aumento no número de casos da Covid-19 no continente. A Libertadores já teve duas rodadas da fase de grupos disputadas e a Sul-Americana foi interrompida ainda na primeira fase.

Até o momento, a pandemia não está controlada na América Latina e alguns países estão fechados para voos internacionais. Na Argentina, por exemplo, até o dia 1º de setembro, com possibilidade de ampliação deste prazo. Nantes garante que, como os campeonatos só voltarão em 15 de setembro, é possível que a situação esteja normalizada. Mas, caso contrário, a Conmebol avaliou ajudar os clubes.

"Está fechado para voos comerciais, para voos fretados não está fechado. A Conmebol vai estar auxiliando os clubes. Não teremos problemas com os voos para os clubes chegarem e saírem da Argentina ou qualquer outro país", completou o dirigente.