Daniel Guedes comenta nova função no Fortaleza e enaltece Tinga ao falar sobre disputa por posição

Lateral-direito leonino concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (22)

Legenda: Daniel Guedes atuou como zagueiro na derrota do Fortaleza para o Internacional, no último domingo (12), por 1 a 0
Foto: Ricardo Duarte / SC Internacional

Na derrota do Fortaleza para o Internacional, por 1 a 0, no último domingo (12), o lateral-direito Daniel Guedes voltou a atuar como titular na equipe de Juan Pablo Vojvoda. No entanto, a posição atribuída ao atleta foi nova: zagueiro - substituindo o suspenso Tinga. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (22), Daniel Guedes comentou sobre atuar na função.

"Uma função um pouco diferente da qual estava acostumado a fazer, mas a sensação é maravilhosa, por ter o apoio do meu treinador e dos meus companheiros. Acredito que foi um bom jogo, consegui cumprir bem a função, na qual foi delegada a mim, e eu sai muito feliz, com a sensação muito boa deste jogo."
Daniel Guedes
Lateral do Fortaleza

Assista à coletiva na íntegra

Questionado sobre seguir atuando como zagueiro ou substituir Yago Pikachu na ala direita, o lateral leonino se colocou à disposição do técnico Vojvoda para desempenhar qualquer função.

"Estou preparado para poder exercer a função que o professor (Vojvoda) precisar. Eu e todos os meus companheiros nos colocamos à disposição para ajudar a equipe a chegar no seu objetivo de fazer história neste ano. Me sinto bem preparado e se tiver de fazer essa funções, sempre estarei à disposição."

Daniel Guedes relatou ainda a "disputa de posição" e a relação com Tinga. O atleta, que também atuava como lateral-direito antes de ser remanejado por Vojvoda à zaga, é titular absoluto do Fortaleza na temporada.

"O Tinga é um grande companheiro, uma grande pessoa. Ele tem uma história muito bonita aqui no clube. Para mim, é um orgulho poder estar ao lado de um cara muito especial. Um grande atleta, um grande jogador. É tranquilo, eu aprendo com ele. Observo muito a forma como ele joga para poder aprender. Se eu tiver algo para passar, tenho certeza que ele aprende comigo. E a melhor maneira de competir, é um empurrar o outro para cima, para poder os dois desempenharem uma boa função, para que assim ajudemos o clube. Não há problema, não tem 'cara feia', não tem briga. Muito pelo contrário, nos damos surper bem."

Quero receber conteúdos exclusivos de esporte