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00:00 · 02.12.2013
Tabagismo I
Foco diferenciado

As políticas antitabagismo elaboradas nas últimas décadas tiveram alcance maior entre pessoas de maior escolaridade, segundo análise lançada recentemente pela Fiocruz, Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) e a Universidade Federal Fluminense. Isso mostra que, apesar de bem-sucedidas, faltou um olhar focado numa das características do Brasil, que são as desigualdades socioeconômicas.

tabagismo ii
Mais sensíveis

A Fiocruz levou em conta, ainda, a vulnerabilidade dos brasileiros com menor escolaridade às doenças relacionadas ao tabagismo. Em 2011, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão (pessoas com até oito anos de estudo foi 3,8 vezes maior do que entre as com oito anos ou mais de escolaridade). No caso de doença pulmonar obstrutiva crônica, a mortalidade no grupo com menos tempo de estudo foi sete vezes maior.

Exemplo
Música nos hospitais

Composições da música barroca, romântica, clássica e sucessos contemporâneos brasileiros e internacionais invadem os corredores de unidades de saúde de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal. O som da Orquestra do Limiar faz parte do projeto "Músicas nos Hospitais", da Associação Paulista de Medicina e a Sanofi. O poder curativo da música é comprovado pelos pacientes há 10 anos, sendo uma importante contribuição para a humanização dos hospitais, afirma o maestro e médico Dr. Samir Rahme.

Mulheres
Vulneráveis ao vício

É fato que homens e mulheres têm diferenças psíquicas e fisiológicas que afetam a maneira de viver. No caso delas, uma das maiores dificuldades é na hora de deixar as drogas, principalmente o álcool, segundo confirmou pesquisa feita pela Associação Brasileira de Estudo do Álcool e outras Drogas. Conforme especialistas, o tratamento é mais difícil para elas, devido a condição física e até mesmo pela falta de locais de internação específicos.

Exercícios físicos
Cérebro ativo

Os exercícios físicos ajudam a manter o bom fluxo sanguíneo e estimulam o crescimento de novas células e conexões cerebrais. Exercitar a mente é vital. "Manter o cérebro ativo, em constante processo de aprendizado e desafios mentais ajudam a função cognitiva. Nunca é tarde para aprender algo novo e habilidades", diz o neurologista Paulo Bertolucci, do Núcleo de Envelhecimento Cerebral da Unifesp.

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