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00:22 · 03.09.2013
ABORDAGEM

Geografia da dengue

O livro "Dengue no Brasil: abordagem geográfica na escola nacional", de Rafael Catão, mestre em Geografia pela Unesp, afirma que a doença, erradicada em vários países (1950-1970), modificou-se com a desigualdade dos espaços urbanos. Isso ocorreu devido ao aumento no número, no tamanho das cidades, no fluxo das pessoas, e na degradação da saúde. O mosquito se adaptou e contaminou mais pessoas, disseminando a dengue hemorrágica.

CONSCIENTIZAÇÃO

Esclerose múltipla

Os avanços no tratamento da Esclerose Múltipla surgem a cada ano, principalmente quanto a identificação diagnóstica (ressonância magnética, marcadores biológicos). São descobertas peças-chave no entendimento da EM. O uso de imunomoduladores é o tratamento mais seguro e de longo prazo. A medicação oferecida gratuitamente pelo programa do governo federal. O Dia Nacional de Conscientização sobre a EM foi comemorado dia 30 de agosto.

SEGURANÇA

Gestantes diabéticas

Segundo o Ministério da Saúde, 6% das mulheres têm diabetes. A gestante diabética sofre mais alterações no corpo, sendo importante planejar a gestação e manter o controle glicêmico. "A paciente deve ser acompanhada por obstetra e endocrinologista, para garantir um controle glicêmico rigoroso e reduzir os riscos da mãe e do feto. A bomba de insulina é o indicado. O dispositivo envia microdoses contínuas de insulina ao organismo, programado pelo médico. Pode acoplar à bomba, a monitorização de glicose que mede o açúcar a cada cinco minutos e evita variações da glicemia", diz Denise Franco, da Sociedade Brasileira de Diabetes(SBD).

NOBEL

Obstetrícia na pauta

O Prêmio Nobel de Medicina em 2008, o professor e cientista alemão Harald zur Hausen abre o XVIII Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, nesta quinta-feira, dia 5, em São Paulo. O evento que reúne sete mil congressistas abordará cerca de 200 temas como: ginecologia do consultório; anticoncepção; pré-natal; infecções genitais do trato reprodutivo; complicações na assistência ao parto; cirurgias ginecológicas; síndromes hipertensivas na gestação e câncer de ovário, entre outros.

EPILEPSIA

ABN lança campanha

Mesmo com equipes habilitadas, resultados efetivos e experiência no atendimento das epilepsias refratárias, os Centros no Brasil não atendem à demanda nem conseguem aumentar a capacidade assistência devido a rede básica ser deficitária. Como resultado, um paciente corre o risco de demorar até 18 anos para receber o diagnóstico correto. A Academia Brasileira de Neurologia lançou a Campanha Nacional de Combate à Epilepsia.

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