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Princesa Diana: Realeza imortal

20 anos após falecimento, Lady Di continua sendo lembrada como ícone de beleza e carisma

00:00 · 02.09.2017 / atualizado às 11:28 · 03.09.2017
Diana
A princesa Diana ainda hoje soma admiradores e saudosistas. ( Foto: Divulgação )

Os jornais, revistas e sites de todo o mundo voltam os olhares para ela: são 20 anos desde o dia 31 de agosto de 1997, data do trágico acidente de carro que tirou a vida da princesa Diana, em Paris, na França.

Uma das principais figuras a fazer parte da seleta família real britânica, a princesa de Gales ainda hoje soma admiradores e saudosistas. E é muito fácil entender o porquê.

Singular

Diana era um ponto fora da reta. Marcou não só pela beleza, estilo e simpatia, mas por ser tão diferente dos demais membros da família. Não tinha a seriedade e a frieza do príncipe Charles, o esposo, menos ainda a aura poderosa e intocável da rainha Elizabeth II. Em vez disso, a simplicidade chamava atenção e fazia o título real parecer mera formalidade.

A identificação das pessoas com Diana rendeu a ela o título de "princesa do povo". Ela representava o equilíbrio entre os dois sentidos da palavra "real": era real por ser princesa e era real porque era humana.

O exemplo mais claro dessa humanidade latente era a intensa dedicação a ações sociais. Lady Di foi madrinha de mais de cem instituições sociais e organizações de caridade. As principais causas apoiadas por ela eram o combate à Aids e às minas terrestres.

Se existiu um protocolo de comportamento real, Diana não se preocupou em segui-lo. Ela foi a primeira princesa a escrever os próprios votos de casamento, rejeitando a tradicional promessa de obedecer ao futuro marido. Também foi uma mãe diferente do padrão da realeza: fez questão de criar os filhos William e Harry aproximando-os de pessoas comuns. Quanto às polêmicas, não se calou e deu entrevistas sobre as crises no casamento e os transtornos alimentares que desenvolveu.

Homenagem

Na última quarta-feira (30), os príncipes William e Harry fizeram do Palácio de Kensington, em Londres, palco de um evento beneficente para lembrar Diana como mãe e filantropa. O evento aconteceu no Jardim Branco, local favorito de Diana no palácio. Na ocasião, os príncipes se encontraram com representantes de entidades apoiadas pela princesa do povo.

As 12 mil flores que revitalizavam o espaço não eram as únicas. No portão do palácio, mais flores e homenagens espalhadas confirmavam o que já era sabido: entre a família real e a população britânica, a saudade era interseção. (Colaborou: Stéphanie Sousa)

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