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Luxo por Márcia Travessoni: Criações

00:00 · 13.05.2017

Já estão à venda no Brasil as peças da coleção HardWear da Tiffany & Co. Inspiradas no design de um bracelete lançado pela marca em 1971, as joias refletem o poder e espírito urbano das ruas de Nova York, combinando com as mais variadas produções, assim como o dinamismo e tendências fashion que ecoam da vida na Big Apple. Esferas, elos e cadeados são as características mais evidentes nas peças, feitas em ouro 18k.

Criação icônica da Cartier na década de 1980, o relógio Panthére foi relançado com direito à noite de gala, no início deste mês, em Los Angeles, tendo a modelo e apresentadora Fernanda Lima como representante brasileira entre os convidados. Lançado em 1983, o relógio virou febre entre celebridades e amantes da alta joalheria, até ser descontinuado em 2000. Agora, o Panthére retorna em 15 versões. No Brasil, ele poderá ser comprado a partir de junho, em dois tamanhos, e variando entre aço, ouro amarelo ou ouro rosa com brilhantes.

Inspirados nas mesas e banquinhos que criaram para a ONG Refettorio Gastromotiva, Fernando e Humberto Campana assinaram a linha "Assimétrica" para a Tok&Stok, que inclui cadeiras, mesas, bancos e aparadores em MDF laqueado. Assimétricas, diferentes e lineares, segundo a definição do próprio Humberto, as peças são montáveis e fáceis de executar e representam mais um passo, da dupla, no caminho da democratização do trabalho deles para o público.

Aromas

Perfume do oceano

Notas florais e de mar fresco, segundo especialistas em perfume, caracterizam o Eau des Merveilles Bleue, fragrância feminina da Hermès apresentada este ano. O perfume é mais uma assinatura da linha perfumista da Hermès, comandada por Christine Nagel.

Embaixadora da Chanel desde 2013, a atriz Kristen Stewart foi anunciada como o rosto oficial da campanha da maison francesa para o perfume Gabrielle Chanel, fragrância desenvolvida por Olivier Polge. O perfume quebra uma pausa da Chanel de 15 anos sem desenvolver fragrâncias.

Esculturas

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Uma casa para Claudel

Escultora francesa cujo tardio reconhecimento do legado revela as barreiras que as mulheres têm de superar na sociedade, Camille Claudel (1864-1943) ganhou, recentemente, um museu dedicado à sua carreira, na cidade de Nogent-sur-Seine, na França. Tendo como uma das assinaturas, em suas esculturas, a relação entre o tridimensional e as inquietações existenciais, Claudel fez suas primeiras obras ainda aos 14 anos. Mais tarde, uma relação conturbada com o também escultor Auguste Rodin - de quem foi pupila - e sua delicada saúde mental acabaram abafando o trabalho dela, que, segundo o diretor do museu La Piscine, anunciou os trabalhos de Frida Kahlo e Louise Bourgeois. O museu Camille Claudel ocupa uma série de prédios, incluindo a antiga casa da família Claudel e o antigo Museu Dubois-Bouche, além de novos edifícios projetados pelo arquiteto Adelfo Scaranello.

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