Coluna

Márcia Travessoni (Gente): registros

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 21.07.2018 / atualizado às 01:34
Patrícia Macêdo e Abena Busia (1)
Rebeca Leal e Bruno Bastos (2)

Uma das convidadas da programação que celebrou o Mandela Day em Fortaleza, a embaixadora de Gana no Brasil, professora Abena Busia, palestrou, no auditório do Dragão do Mar, sobre a memória diaspórica da história negra, usando como exemplo a história de sua própria família, que teve de se exilar da África. A secretária de Relações Internacionais e Federativas de Fortaleza, Patrícia Macêdo, prestigiou o momento (1). /// Aniversariante deste fim de semana, Rebeca Leal comemora a data em São Paulo, junto do marido Bruno Bastos (2).

Em festa

São aniversariantes deste fim de semana Patrícia Queiroz, Ricardo Studart, Caroline Belchior, Rebeca Leal Bastos, Celma Bitar, Kayve Machado, Nestor Silva, Otomar Soares, Bruno Montenegro e Helena Demmes.

A festa do casamento de Sara Brasil e Lucas Asfor, dia 28, terá como cenário o Condomínio Villagio da Serra, com décor de Gil Santos. Izabella Fiúza assina os doces e serviço de buffet, e Equipe Celebre, o cerimonial.

Bastidores

Maria da Graça Ponte Monte Coelho nos preparativos da festa de 15 anos da neta Roberta Vasconcelos Monte Coelho, que nasceu em 12 de outubro. /// Tamar Pierre Barreto, Bá Alencar, Cecília, Alexandre e Cecília Barreto participaram, esta semana, de piquenique no Jardim Botânico de Brasília, que conta com mais de cinco mil hectares com diversas plantas nativas e exóticas.

Liliane Albuquerque, Margarida Macedo, Iracema e Fernando Ramos, Nereu e Rojane Barreira, Hugo e Heloísa Macedo, Girlane Dias Branco e Gláucia Barroso na numerosa turma que embarca no navio Costa Mediterrânea, saindo de Amsterdã e finalizando em Barcelona. Natércia Medina e Marcos Matos na organização.

Agenda

O ator Tonico Pereira é presença confirmada no 28º Cine Ceará - Festival Ibero-Americano de Cinema, que acontece de 4 a 11 de agosto, em Fortaleza. Ele integra o elenco de "O vestido de Myriam", de Lucas H. Rossi, que será exibido no dia 8, no Cineteatro São Luiz, como parte da Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem.

Estilo

Alexia Marina foi umas das convidadas cheias de estilo que prestigiou a inauguração do espaço de moda de Carla Diógenes e Carlos Arruda, na Praia de Iracema.

Destaque

Omar de Albuquerque comanda, nesta terça, a abertura da mostra 100% Design, às 19h, no piso L3 do RioMar Fortaleza.

Desafios

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Presidente do Desafio Jovem do Ceará, Cristina Munguba dá continuidade ao projeto idealizado há 43 anos pelo pai, Silas Munguba. A instituição acolhe dependentes químicos, usuários e familiares, dando acesso à profissionais como psicólogos e assistentes sociais. Este ano, a ONG está sendo beneficiada com uma campanha desenvolvida em parceria com o Sistema Verdes Mares, para arrecadar recursos.

Como a ONG se afirmou como uma das pioneiras no tratamento de adictos, no Ceará?

Fomos a primeira instituição trabalhando com dependentes químicos, com inauguração em 1975. Como nesse período a ONG era única na região, internamos pessoas do Amazonas, Rondônia, Pará e de alguns estados do Sudeste também. Depois, foram surgindo outras instituições. Quanto às atividades, temos um acolhimento para candidatos a internamento (pessoas que querem se internar e reconhecem o próprio problema) e temos um acolhimento para pessoas que não precisam se internar, mas que recebem tratamento de psicólogo e assistente social, sem precisar morar na instituição.

De que forma o Desafio Jovem tem se mantido, mesmo frente às dificuldades financeiras?

Nossa equipe está desfalcada, sem educador físico e terapeuta ocupacional, que são muito importantes, mas que não temos como pagar. Acolhemos não só os internados, mas as famílias deles, com atendimento social e psicológico. A gente tem muitos doadores de alimentos, grandes empresas que auxiliam, além daqueles que entram em contato com a nossa equipe de telemarketing e doam em espécie ou fazem depósitos na nossa conta.

É comum trabalhar não apenas o aspecto social, mas também o espiritual no tratamento de adictos. Como essas duas abordagens funcionam juntas?

Pelo fato de sermos uma instituição cristã, conhecemos a Bíblia e sabemos passar isso pra eles. Fazemos esse trabalho espiritual, mas os internos não são obrigados a segui-lo. O que nós usamos da religião são os princípios que deveriam reger a humanidade, como o amor e o respeito. Na área social, trabalhamos para reunir a família, reinseri-los no mercado de trabalho.

Em todo esse tempo de atuação, quais as maiores mudanças observadas no tratamento dessas pessoas?

Trabalhamos do mesmo jeito, o que mudou foi um pouco da abordagem. No começo, eram mais comuns internos por maconha e álcool, que tinham tratamentos muito parecidos. Hoje, o tratamento é muito mais individual, considerando o problema de cada um, o que o interno fala sobre a dificuldade.

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