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Márcia Travessoni - Gente - Estoril

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 05.08.2017

A primeira-dama do município, Carol Bezerra - clicada com Liliane Vasconcelos e Paola Braga - marcou presença no happy-hour que o prefeito Roberto Cláudio vem promovendo, todo início de mês, no Estoril. A intenção é confraternizar com o secretariado da gestão.

Giro

George lima e Érika Markan viajam para o Rio de Janeiro dia 18, para conferir o lançamento oficial dos novos modelos Audi A5 e Audi Q5. O casal aproveita para antecipar as comemorações do aniversário dela, celebrado no dia 25 (1). /// A família Crisóstomo está em festa: Márcio e Manoela estão à espera de um bebê, que virá para fazer companhia à pequena Marina (2). /// clicados em recente encontro na Cavalieri, Fradique e Daniela Accioly já sentem saudades da filha Maria Eugênia, que está de mudança para São Paulo (3). /// sempre coordenando projetos sociais e voltados para o bem-estar, Ticiana Rolim Queiroz celebra o aniversário no mesmo dia da construtora da família, neste sábado (4).

Hora do 'sim'

Filhos de Vera e Fernando Amaral de Paula Pessoa, Venúsia e Ronaldo Ribeiro, Lívia e Ronaldo reservaram a tarde do dia 12 de setembro para oficializar o casamento na Chiesa dei Santi Faustino e Giovita, na Itália. Para a elegante recepção, os noivos escolheram o Castello di Marne, em Bergamo. De Fortaleza, a mãe do noivo, Venúsia Ribeiro, segue com uma caravana de familiares e amigos mais próximos.

Eveline e Lisandro Fujita na turma que sobe a serra neste fim de semana para a festa do casamento de Marianna e Adolfo Bichucher, em Guaramiranga.

Em festa

Ticiana Rolim Queiroz, Vanêssa Almada Queirós, Daniele Pontes, Socorro Moreira, Ciro Câmara, Maria da Graça Maia, Josmara e Bruno Furtado, Regina e Melaine Diogo, Viviane Frota e Rayane Araújo são os aniversariantes deste fim de semana. /// Neste sábado, Sophia Freitas Campos, filha de Elda e Francisco Campos, comemora seus 15 anos com megafesta nos salões do Teka's Buffet.

Bastidores

Lilian Porto à frente do evento de lançamento da loja Track&Field no Del Paseo, neste sábado. /// Diretor da Pinakotheke São Paulo, Max Perlingeiro divide, com Fernando Cocchiarale, a curadoria da mostra "Franz Weissmann", que será aberta na galeria paulista em 12 de agosto.

Filha de Dante e Andréa Bonorandi, Rebecca concluiu o curso de Odontologia e recebeu, para a formatura, os amigos Carolina Bononi, Ana Paula Muller, Giovani Cerigatto, Ana Carla Meneleu e Vanessa Chaves, que vieram de São Paulo. Agora, a jovem segue para a Califórnia, para curtir a viagem que ganhou dos avós Thomaz e Salete Cavalcante.

Premium

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O que lhe fez iniciar as operações com marcas de luxo no Brasil a partir de canetas, relógios e acessórios?

Quando comecei, em 1989, não existia nem o conceito de mercado de luxo ainda. E naquela época, sinal de status era chegar, por exemplo, em um restaurante e colocar sobre a mesa um maço de cigarros importados e um isqueiro sofisticado, que só podia ser de duas marcas, Dupont e Dunhil. Junto com esses produtos, faziam par as canetas, que eram produzidas pelas mesmas marcas. Teve uma época em que a Dunhil comprou a Montblanc, que era bem pequena, para fabricar as canetas dela, e conseguiu tornar a Montblanc uma moda entre os yuppies americanos. Eu, que já cuidava da Dupont e da Dunhil no Brasil, comecei a importar as canetas Montblanc, até que em 1991 eles queriam alguém que ficassem exclusivamente com a marca, e eu fiquei nessa posição até 2012. Depois, passei três anos fora do mercado e retornei em 2015, com a TAG Heuer, que é a maior marca de relógios de luxo do Brasil, ultrapassando a Rolex, e esse ano comecei com Frederique Constant, Bomberg e Alpina.

Como podemos definir o mercado de luxo brasileiro?

Há muito anos, o brasileiro era muito preocupado com a posse, o fato de ter bastava, mesmo que ficasse guardado na gaveta, e isso vem mudando. A experiência faz parte da vida das pessoas e hoje elas querem usufruir, ainda gostam de ter, mas também querem usufruir, e é aí que nos enquadramos muito bem, porque é o relógio que a pessoa pode usar. Com meu relógio Alpina, eu posso entrar no mar, pegar onda, ele vai estar comigo nos melhores momentos da minha vida. A experiência é cada vez mais importante, e não apenas no ato da compra, mas também no pós venda. O público brasileiro tem uma percepção de mercado de luxo muito boa: ele gosta de consumir como o americano e sabe comprar como o europeu, sabe cada vez mais definir quais são as marcas que vêm para ficar.

O mau período econômico enfrentado pelo Brasil tem impactado nesse segmento?

Ouvimos muita gente dizer que mercado de luxo não tem crise. Existe, sim, crise no mercado de luxo, porque o cliente compra esse tipo de produto quando está feliz consigo ou com alguém que gosta, é uma compra emocional, como uma premiação. E quando o país está em crise, os motivos para premiar são menores. Então, existe crise no mercado de luxo, mas existem também marcas mais ativas, ágeis, que se modernizam rapidamente, entendem os motivos da crise e fazem produtos voltados para o mercado nesse momento. A TAG Heuer, por exemplo, cresceu 16% no ano em que as exportações de relógios suíços caíram 13%, e isso porque foi extremamente arrojada.

Qual a representatividade do Nordeste no consumo de luxo brasileiro, atualmente?

Extremamente importante. O Nordeste vem se destacando com crescimento muito grande para todos os operadores de luxo. Estamos com uma lupa em cima do mercado. Na década de 1990, o Nordeste era menos importante, mas hoje é um dos principais. São Paulo ainda tem seu espaço, claro, mas o Nordeste ganha cada vez mais importância.

Precursor da relojoaria refinada no País, o diretor executivo da TAG Heuer, Alpina, Bomberg e Frederique Constant no Brasil, Freddy Rabbat, traça um perfil do consumidor de luxo e garante que o mercado do Nordeste está na mira dos investidores do setor.

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