Coluna

Márcia Travessoni (Gente): Contagem regressiva

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 28.04.2018

Entra em operação na próxima quinta-feira o hub da Air France/KLM e Gol, no Aeroporto Internacional Pinto Martins. Na data marcada para o início da operação, as aeronaves da Air France - operadas pela Joon - e da KLM chegarão praticamente juntas ao Pinto Martins, por volta das 17h, onde cerca de 150 pessoas, entre autoridades e membros da companhias aéreas estarão presentes. Entre eles, o diretor geral Air France KLM para a América do Sul, Jean-Marc Pouchol, na foto acima (1). /// Guirlanda Ponte é só sorrisos com a noticia de que a nora Nathália e o filho Rodrigo Ponte esperam o primeiro baby. Nathália está grávida de oito semanas (2).

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Jean-Marc Pouchol (1)

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Guirlanda e Nathália Ponte (2)

Party

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Estudante de Arquitetura e Urbanismo, Marina Brandão esteve recentemente em Brasília curtindo a Festa Surreal, maior evento de música eletrônica do País.

Turismo nos mares

Além dos investimentos em aeroportos e aportes das companhias aéreas, o Brasil deve ganhar incremento no turismo de cruzeiros, pelo menos é o que garante a MSC Cruzeiros, responsável por 62% desse mercado no País. Para a próxima temporada, a empresa vai aumentar em 102 mil o número de cabines nos navios, com a inclusão do MSC Seaview, MSC Fantasia e MSC Poesia nos roteiros que partem dos portos nacionais.

Para a temporada 2019/2020, a novidade prevista é o MSC Sinfonia, com embarques em Itajaí (SC) e em Buenos Aires. O plano de expansão da companhia conta com nada menos que 10,5 bilhões de euros para investimentos.

Em festa

Os românticos points da cidade de Campos do Jordão, em São Paulo, foram a escolha de Alexandra e Fred Pinto e Mariana e Lucas Ximenes para comemorarem seus respectivos aniversários de casamento. Alexandra e Fred celebram 27 anos de união, enquanto Mariana e Lucas comemoram o primeiro ano de casados. /// Porque aniversaria dia 11, Priscilla Silva inicia as comemorações neste fim de semana, em Jericoacoara, com turma de amigos.

Cláudio Vale, Erick Vasconcelos, Franzé Moraes, Maria José Emygdio, Miriam Gaspar, Telma Passos, Martiniano Jr., Danielle Arruda Gomes, Regina Diogo, Gorete Arruda, Valman Miranda e Ricardo Caminha celebram aniversário neste fim de semana.

Agenda

Com a presença do embaixador da França no Brasil, Michel Miraillet, a solenidade de lançamento do Ano do Jubileu de Ouro da Casa de Cultura Francesa será realizada próximo dia 3, em sessão solene na reitoria da Universidade Federal do Ceará, às 15h.

Destaque

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Gil Santos e Denise Bezerra voltaram aos tempos de criança com a primeira visita do filho Bento aos parques da Disney, em Orlando.

Intercâmbio

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Com larga atuação em universidades estrangeiras, a professora de Direito Maria Vital está em constante intercâmbio com os profissionais e instituições dessa área no exterior, aprendendo sobre os fundamentos jurídicos que regem a Justiça em diversos países. Embora as leis, em cada país, tenham suas particularidades, ela garante que esse compartilhamento de culturas enriquece o exercício do Direito no Brasil.

Quais suas principais experiências fora do País?

Em 1999 tive minha primeira experiência internacional, um curso de "Perfezionamento" em Direito Romano na Universidade de Roma La Sapienza, e isso foi muito importante, porque, de certa forma, as portas se abriram e eu ingressei no doutorado na Universidade de São Paulo. E também me proporcionou muitos contatos que até hoje mantenho. Tenho participado de muitas atividades, por exemplo, na Universidade Bologña, Universidade de Coimbra, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Em universidades espanholas, eu participo na qualidade de vice-presidente da Associação Iberoamericana de "Derecho romano", isso me proporciona, todos os anos, participar de eventos internacionais, na maioria das vezes nas universidades espanholas e em outros países.

Qual o maior aprendizado desse intercâmbio de culturas e de ensino do Direito internacionalmente?

A gente aprende muito, primeiro porque, de um modo geral, o Direito brasileiro tem a mesma base do Direito europeu, por exemplo; ambos sofreram muita influência do Direito romano, que é minha área de estudo. Através desse contato, pesquisas e estudos realizados em outras instituições, eu consigo até mesmo conhecer melhor o Direito brasileiro e entender melhor as suas complexidades. Uma coisa complementa a outra. Essa permuta tem me permitido publicar em periódicos estrangeiros, e isso agrega, inclusive, às instituições para as quais eu trabalho aqui.

O que o Brasil acrescenta ao Direito dos outros países?

Há uma preocupação e interesse muito grandes de colegas de instituições estrangeiras em conhecerem o Direito brasileiro, da mesma forma que nos interessamos pelo deles. Quando assinam convênios de colaborações conosco, eles têm interesse de conhecer melhor o Brasil através de agências jurídicas, como trabalhamos o Direito nas instituições, como realizamos pesquisas. É fácil trazer professores estrangeiros para o Brasil porque eles realmente têm interesse em aprender como preparamos nossos alunos, como fazemos a interesecção entre a teoria e a prática nas universidades, como os nossos tribunais aplicam o Direito. Aprendemos um com o outro e o interesse é recíproco.

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