Coluna

Márcia Travessoni (Gente): brinde

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 28.10.2017

Ainda em comemoração pelo seu aniversário, Bárbara Freire recebeu amigas e integrantes do Consórcio Harmonia, quarta-feira, em almoço especial no Barbra's Eden. O encontro também homenageou Beatriz Philomeno Gomes, aniversariante do dia 30.

Registros

Colegas de profissão, Carlos Juaçaba e João Borges prestigiaram o lançamento do livro do médico Elias Leite, na Fiec. A obra trata dos caminhos que levam à liderança (1). /// Amantes da arquitetura e decoração, a família Fiúza compareceu em peso à Casa Cor Ceará (2). /// empresária do ramo de joias, Tayra Romcy esteve super elegante conferindo as novidades do universo dos acessórios, em recente evento na cidade (3).

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Carlos Juaçaba, Elias leite e João Borges (1)

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Jorge e Luiza Otoch, Davi, Luiz, Ione e Lucas Fiúza (2)

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Tayra Romcy (3)

Representatividade

A C. Rolim Engenharia vai representar o setor da construção civil brasileiro na COP 23, considerada o maior evento de mudanças climáticas do mundo, que acontecerá no início de novembro em Bonn, na Alemanha. O convite foi feito devido à atuação da construtora pautada em práticas sustentáveis, como o projeto Compromisso Verde e a compensação da emissão de gases efeito estufa em alguns dos seus empreendimentos.

Setor

Disputando as eleições para o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará, que acontecem dia 31, os arquitetos Denise Sá, Luciano Guimarães, Napoleão Ferreira, Totonho Laprovítera, Solange Schramm e Lucas Rozzoline.

Em festa

A celebração do casamento de Arthur e Deborah Bandeira acontecerá na tarde do dia 3, no Colosso Lake Lounge. /// No aniversário de Cândido, Rebecca Albuquerque reuniu a família no espaço VIP do Moleskine, para brinde especial.

Márcia Andréa, Aída Coelho, Eduardo Rolim, Evandro Melo, Mirian Bastos, Rosângela De Francesco e Cláudio Henrique Câmara são os aniversariantes do fim de semana.

Agenda

O artista visual Rian Fontenele lança, dia 6 de novembro, em sua casa-ateliê, o livro Ausência Memórias Ancoradas, a partir das 19h. A obra traz imagens das obras de Rian, intercaladas com ensaios, poemetos e apresentação e entrevista da escritora Bianca Dias.

Trazendo o tema "O Mundo É Mix", o festival Villa Mix confirma a sexta edição em Fortaleza, dia 9 de dezembro, no estacionamento da Arena Castelão.

Destaque

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Amigos de longa data, os estilistas Alysson Aragão e Mark Greiner ficaram extasiados com a estética futurista do filme Blade Runner 2049

Etiqueta

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Profissional em receber bem, a jornalista Cláudia Matarazzo, especializada em comportamento e moda, está em Fortaleza para o workshop "Cerimonial, Protocolo e Etiqueta Internacional", promovido pelo Senac/CE, e conta um pouco da carreira.

Em que momento da sua carreira você decidiu se especializar em etiqueta e comportamento?

Foi muito natural. Quando eu fiz televisão, minha área era variedades, cultura e moda. Em 1993 saiu o meu primeiro livro, "Etiqueta sem frescura", que é o carro-chefe dos nossos 18 títulos. De lá pra cá, comecei a fazer palestras no Brasil sobre esse assunto e, em 2006, fui convidada pelo José Serra para ser chefe do cerimonial do Governo do Estado de São Paulo, onde fiquei sete anos na função. Atualmente, me concentro mais em recepções menores e tenho dado aulas e treinamentos, presenciais e online.

Como você trabalha para desmistificar a ideia de que regras de etiqueta são voltadas para um público muito restrito?

Não é uma coisa para uma parcela, é algo com que todo mundo se preocupa. Todo mundo quer viver melhor, se comunicar melhor. Hoje, a etiqueta é um diferencial profissional: 70% das demissões acontecem por atitudes impróprias. É uma ferramenta que todos precisam dominar. Não tem a ver com marcas de luxo ou dinheiro, é ajustar seu comportamento para aquele momento, para aquela cultura. Na verdade, a etiqueta foi feita para facilitar a comunicação, não para complicar.

Quais os cuidados essenciais ao receber visitantes de outras culturas?

Existem momentos mais sensíveis, onde as diferenças entre as culturas ficam mais acentuadas. Esses momentos são quando estamos à mesa, o momento da refeição é vital; o presentear, também: você precisa saber o que dar, não pode presentear um árabe com álcool, por exemplo; e o cumprimento, que é o primeiro contato. É preciso entender como funciona tudo isso, assim como quando você convida alguém para sua casa e tem o cuidado de saber, por exemplo, o que ela come.

O cearense é conhecido por ser muito hospitaleiro. Isso nos torna mais atentos às regras de etiqueta?

O brasileiro, na verdade, de forma geral, é muito caloroso e comunicativo. Estamos dentro de um preceito de etiqueta universal, que a gente consegue fazer a ponte com muita facilidade, mas também ficamos tão afetivos que invadimos o outro. Quando a cultura é diferente, é preciso estar atento; não é se engessar, mas prestar atenção.

Com as mudanças de comportamento na sociedade, como as regras de etiqueta têm se renovado?

As mulheres estão mais protagonistas, então, hoje, se a mulher é a anfitriã, ela pode pagar a conta e não se discute isso, o que há 30 ou 40 anos era meio impensado e as pessoas achariam estranhíssimo. Do mesmo jeito se você convidasse por telefone, algumas pessoas ficariam chateadas, mas, hoje, todos os convites são por e-mail e telefone, e até WhatsApp. Algumas culturas se abriram, mas outras continuam muito fechadas.

Quem são seus inspiradores, na vida e no trabalho?

Fausto Silva, o Faustão, que me ensinou a questionar sempre, para isso poder dar uma renovada constante e melhorar o produto, e Coco Chanel, que diz que "o luxo é tudo o que você não pode ver, mas pode sentir". No mundo da ostentação, é muito importante.

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