coluna

Márcia Travessoni: Cortejo

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 25.11.2017

Amigas de Alice Diniz desde a época da escola, Carol Bichucher, Rebeca Rios e Natália Montenegro - na foto com Lara Araruna e Lizandra Fujita - integraram o cortejo de madrinhas da noiva, que uniu-se a Rodrigo Ventura no último sábado, no Colosso Lake Lounge.

Fotocine

O Museu da Fotografia Fortaleza realiza neste domingo, às 10h, a terceira edição do Fotocine. O projeto exibe os filmes ganhadores do Oscar de fotografia e traz, nesta edição, Marcelo Dídimo para um bate-papo. O longa exibido será "Um Lugar ao Sol", de 1951, ganhador do Oscar de Melhor Fotografia P&B, dirigido por George Stevens.

Em festa

Para comemorar a chegada da esposa Renata aos 40 anos, o empresário Cláudio Vale mostra todo seu requinte de anfitrião com grande festa na Casa Itaim, em São Paulo. O evento receberá decoração de Gil Santos, que prepara muitas surpresas inspiradas no mundo da fotografia, um dos hobbies da aniversariante.

Miriam Almada, Sérgio Fiúza, Ricardo Alencar, Mariana Borges, Francisco Jereissati, Paula Valente, Selma Cabral e Carlos Otávio Bezerra são os aniversariantes deste fim de semana.

Em comemoração ao nascimento de Bernardo, Danilo e Karine Coimbra, junto do filho Danilinho, receberam domingo o clã mineiro da família. Entre os presentes, a avó de Danilo, Rosa Murta, que aniversariava no dia, além de Sônia, Renzo Sudário, Marli, Mateus e Natália Santos. Aspázia e Talita Carneiro, Gaudêncio Lucena Jr., Marize e Nanette Castelo Branco, Rildo e Ednice Cruz também estavam no almoço.

Natalino

Segue a todo vapor a troca de ingressos para o concerto Anjos de Natal, marcado para o dia 3 de dezembro - as entradas são limitadas, por isso é importante garantir o lugar. As cestas básicas que garantem acesso ao evento podem ser deixadas no Colégio Santo Inácio, que também disponibiliza kits para venda no local. Paulo José, Marcos Lessa e Nando Cordel entre as atrações do concerto, que começa às 18h.

Festas grandiosas

Paula Rolim, Carolina Ponte, Sarah Rolim e Sarinha Philomeno, Larissa Leite, Mirela Benevides e Edia

Paula Rolim, Carolina Ponte, Sarah Rolim e Sarinha Philomeno, Larissa Leite, Mirela Benevides e Ediane Menezes

Evento que reuniu nomes importantes da Capital, o casamento de Alice Diniz e Rodrigo Ventura foi realizado no Colosso Lake Lounge, cujo cap do espaço, Rodrigo Frota, figurou na lista de convidados. Quem também chamou atenção no evento foi Ana Vládia Sales, com um modelo de Cecília Prado para a Maison Lisieux.

Image-2-Artigo-2327183-1

Rodrigo Frota e Bruna Waleska

Outro elegante casamento foi o de Geórgia Rios e Felipe Barbosa Lima, no Alice's Buffet, que reuniu convidados ilustres. Paulo e Lívia Telles, Paula Rolim, Carolina Ponte, Sarah Rolim, Sarinha Philomeno, Larissa Leite, Mirela Benevides e Ediane Menezes foram alguns dos convidados.

Image-1-Artigo-2327183-1

Paulo e Lívia Telles

Image-0-Artigo-2327183-1

Ana Vládia Sales

Destaque

Paulo José Benevides e Marcos Lessa

Paulo José Benevides e Marcos Lessa são atrações confirmadas do concerto Anjos de Natal, dia 3

Finanças

Image-0-Artigo-2327206-1

Homenageado deste ano com o Prêmio Equilibrista, o vice-presidente de Investimentos e Controladoria do Grupo M. Dias Branco, Geraldo Luciano Mattos, fala da responsabilidade em ajudar a conduzir um dos mais imponentes grupos brasileiros.

Como iniciou sua carreira na área de finanças?

Durante 18 anos eu trabalhei no Banco do Nordeste, o que foi muito importante para a minha formação profissional, porque o banco, na época, investia muito na formação dos seus funcionários. Então, tive muitas oportunidades de fazer bons treinamentos. Trabalhei muito tempo na área financeira. Ainda quando tinha vínculo com o banco, fui cedido ao governo do estado, quando fui diretor do BEC (Banco do Estado do Ceará), fui diretor executivo da Cabec, a caixa de previdência dos funcionários do banco. Em 1985, recebi o convite para participar do Grupo M. Dias Branco. Estou no grupo há 22 anos, portanto, tenho 40 de atividade profissional. Quando eu entrei, eu vim para uma parte financeira do grupo, chamada Banco Equatorial. Depois, fui para a área industrial, como assessor da diretoria de finanças, depois me tornei diretor-financeiro e vice-presidente de Investimentos e Controladoria.

Quais as peculiaridades de estar na vice-presidência de uma empresa que tem a base familiar?

É uma experiência diferente, mas não foi difícil. A empresa já tinha, naquela época, profissionais bastante dedicados, já era uma grande empresa. Todo o trabalho que foi feito depois só foi possível porque já havia uma base boa, não só na área financeira, mas em diversas áreas da empresa. Também foi fácil trabalhar com o Seu Ivens (Dias Branco), que valorizava muito o mérito, a competência, a dedicação que as pessoas tinham à empresa dele, ele sempre foi muito antenado em aceitar novas ideias que poderiam ser aplicadas à empresa, como abertura de capital, aquisição de empresas, etc. Ele entendia que aquelas ideias eram importantes pra fazer o grupo crescer e chegar aonde ele queria chegar. Esse nosso setor é de crescimento orgânico lento, então, para crescer mais rápido tem que comprar outras empresas, o que rapidamente tornou nossa empresa a líder de massas e biscoitos no País.

Mesmo na crise econômica, o Grupo teve um desempenho muito bom. A que se deve esse resultado?

No fim de 2015, quando a gente previu que 2016 seria difícil para a economia brasileira, tomamos uma série de medidas na empresa para que ela continuasse crescendo nesse cenário. Tivemos que fazer redução forte de despesas, mudar a sistemática de comercialização. Como fruto da crise, a gente acabou vendendo mais produtos de menor valor agregado. Uma coisa positiva é que temos um portfólio para todas as classe sociais, produtos acessíveis para as classes A B, C, D e E. Então, qualquer que seja a época econômica, temos produtos adequados para aquele momento. Então, preparamos a empresa para aquele cenário de maior dificuldade. Outra coisa é que o segmento de alimentos é o último a sentir os efeitos da crise e é o primeiro que se recupera, então, ainda em 2016, começamos a ver sinais de recuperação.

Quais foram os investimentos do Grupo M. Dias Branco neste ano, em relação ao ano passado?

Esse ano, creio que vamos fechar em R$250 bilhões. Em 2018, também devemos ficar entre R$250 e R$300 bilhões, em compra de novas linhas, aumento da capacidade de armazenagem de produtos e logística.

Últimos Artigos

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.