coluna

Márcia Travesoni: Exemplo

Márcia Travessoni (Gente)

marcia.travessoni@diariodonordeste.com.br

00:00 · 29.07.2017

Pouco depois de desembarcar das miniférias na Flórida, Niedja Bezerra - no clique com Ira Frota, Carol Bezerra e Luciana Colares - se encontrou com amigos, a família e várias personalidades cearenses na Cavalieri, onde foi homenageada por sua história de superação, durante o lançamento de uma publicação impressa cearense. A autora de "Panapaná" foi prestigiada por nomes como o prefeito Roberto Cláudio, a secretária estadual de Justiça e Cidadania, Socorro França, o secretário estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, e o chefe de gabinete do Governo do Estado, Élcio Batista.

Em festa

Pio Rodrigues Neto prepara a grande celebração que marcará os 40 anos da C. Rolim Engenharia, em evento especial para convidados dia 5 de agosto, no Ideal Clube. Amigos do anfitrião, Danilo Caymmi, Olivia & Francis Hime serão as atrações da grande noite.

Ione Fiúza, Américo Picanço, Daisy Machado, Tereza Gurgel, Carol Henriques, Irapuan Nobre, Valéria Câmara, Elizabeth Delboni, Vivian Otoch, Cláudia Leitão, Everardo Oliveira e Diogo Ferreira Gomes são os aniversariantes deste fim de semana.

Bastidores

Estudante de Medicina, Talita Bezerra esteve conferindo a Casa Cor São Paulo, acompanhando as amigas estudantes de Arquitetura Maria Isabel Miranda e Mariana Gadelha. /// Álcio Nogueira foi a Los Angeles participar do Congresso Ibero Americano de Direito Constitucional.

Ana Cristina Wolf, Fernando Guanabara e Rogério Magalhães apresentam o Health Team Coaching, programa que promete mudar hábitos visando vida saudável, em seminário do dia 31 de julho a 3 de agosto, no LC Corporate Green Tower, em Fortaleza.

Neste sábado, o Shopping Benfica será palco da primeira apresentação do filme "Onde Nascem os Bravos", produção genuinamente cearense. O longa é um faroeste brasileiro, filmado em Quixeramobim. Quem assina a direção e o roteiro é Daniell Abrew, e na produção está a multitalentosa artista Ângela Escudeiro. A exibição será às 10h, nos Cinemas Benfica. O evento é aberto ao público e gratuito.

Ações

A criação do "Programa Monitorado de Estímulo às Compras" e do "Cartão do Turista Cearense" foram algumas das ações de fortalecimento do comércio apresentadas dia 24, pelo presidente da Fecomércio-CE, Luiz Gastão Bittencourt, na ocasião em que ele participou de uma reunião com a diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza. Os presidentes da FCDL e da CDL Fortaleza, Freitas Cordeiro e Severino Ramalho Neto, respectivamente, receberam Gastão.

Giro

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Chefs renomados prepararam suas receitas durante a inauguração do Mercado Cultural dos Pinhões, quinta, no Centro. O equipamento visa transformar a região em polo cultural e gastronômico.

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Nomes fortes da décor cearense, Josy, Jacaúna e Iorrana Aguiar estiveram conferindo o espaço da arquiteta Sabrina Max Aguiar, que assina o projeto da Biblioteca na Mostra 100% Design, no RioMar Fortaleza.

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Pessoa de alma boa, generosa e que cativa a todos, Padre Amorim chega aos 90 anos, seguindo à risca a missão de celebrar missas diárias no Shalom. Neste dia 30, a missa das 10h, no Seminário da Prainha, será em comemoração ao aniversário dele.

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Aniversariante deste fim de semana, Gina Pompeu recebe o carinho da família e dos amigos - e também da equipe da coluna!

Destaque

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Freitas Cordeiro, Luiz Gastão Bittencourt e Severino Ramalho Neto, na sede da CDL Fortaleza.

Telonas

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Produzindo seu novo filme, "Bate Coração", o cineasta cearense Glauber Filho, que ajudou a forjar a história cinematográfica cearense, se aventura por temáticas delicadas e humanistas, inspirado por seus conterrâneos e visando fortalecer o cinema local.

Como iniciou sua relação com o meio cinematográfico?

Começou de três formas. A primeira é que eu gostava muito de assistir documentários que eram ligados à natureza e alguns filmes de ficção, de aventura. Também tive a influência do meu pai e do meu tio Gilson, que adoram cinema e tinham toda uma vivência na 25 de Março com o cinema São Luiz, Cine Diogo, Cine Majestic. Eles contavam a história e eu ficava imaginando aquilo. A outra influência se deu nos anos 1980, quando eu recebi uma câmera de vídeo pela primeira vez, de um médico amigo do meu pai. A partir daí, comecei a filmar e a fazer pequenos documentários e vídeos de eventos, para depois fazer uma formação na Casa Amarela. Na época, Eusélio Oliveira ainda estava vivo.

Como avalia a importância da Casa Amarela Eusélio Oliveira na sua formação?

Eu faço parte da segunda geração que passou pela Casa Amarela. Esperamos alguns cearenses que voltavam da Escola de Cinema em Cuba. A partir dali, alguns projetos aconteceram e algumas ações do ponto de vista político. A criação da Associação de Cinema para lidar com as políticas audiovisuais. A Casa Amarela me proporcionou estar nas duas áreas: a da realização e a da militância para o desenvolvimento do cinema cearense.

Parte dos longas que você dirigiu tem afinidade com a temática espírita. Essa abordagem foi sua iniciativa?

Meu primeiro longa não tinha nenhuma relação com o espiritismo. E fazia alguns documentários e curtas sem nenhuma vinculação espírita. Antes disso, dentro de uma formação mais cultural de identidade, tenho uma relação sincrética com a espiritualidade. Por curiosidade e por afetividade fui conhecer e me identifiquei com ela. Não para seguir, mas para ver que parte de mim existia nelas. Meu primeiro filme espírita foi uma doce aventura de minha parte. Tive o privilégio de fazer um filme pela Estação da Luz, a convite de Luís Eduardo Girão. Me identifiquei demais, vi que no espiritismo tem muita coisa que eu acreditava e fazia já parte de mim. Adoro filmes espíritas e vou continuar fazendo porque são coisas que também acredito, mas tenho outros projetos em andamento.

Quais você avaliam que serão os próximos passos no cinema no nosso Estado?

O crescimento é notório. Temos uma quantidade de cineastas e realizadores que estão fazendo filmes com distribuição nacional e internacional e que participam de diversos festivais mundo afora. Por outro lado também existe a formação de cinema nas universidades. Eu, por exemplo, dou aula na Unifor e a cada semestre saem mais de 20 cineastas. É preciso compreender que o mercado de atuação do cinema é planetário, é um mundo todo, não somente local. Esse é o contexto do cinema cearense e mundial.

Mesmo com todos esses avanços, o Brasil ainda carrega o estigma da dificuldade nas produções de cinema?

Sim. Fazer cinema e arte em um País que tem um capitalismo quase que selvagem, onde o valor que se dá às coisas são valores utilitarista e materialista (é difícil). Então, a arte ainda é percebida num lugar que tem preconceito. Mas isso tem sido vencido ao longo dos tempos.

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