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Emoções no Raid Suzuki Sol Lagoinha

Não faltaram emoções fortes na primeira etapa do Raid Suzuki Sol, com destino a praia da Lagoinha

Momento de tensão e depois emoção: passagem molhada perto do mar,com correnteza; mas os carros da Suzuki enfrentaram tudo sem problemas com a orientação da equipe de apoio ( FOTO: André Marinho )
00:00 · 19.03.2018 por André Marinho - Editor

Em mais de 50 quilômetros, passando por estradas de terra, dunas, areia, lama e passagens molhadas. A primeira das quatro etapas do raid suzuki sol foi adrenalina pura. Tudo começou em um posto no caminho da praia do icaraí, em caucaia. No comboio, 32 veículos, a maioria grand vitara, new vitara e o jipinho valente, o jimny.

No apoio, qatro carros e três ícones do off-road. Em um troller, paulino rocha, no meio do comboio e fechando. No começo, paulo amaury, a bordo de um jimny. E no suporte, germano barbosa, a bordo de sua tracker preta.

"foi uma trilha no nível moderada a pesada, com vários trechos de dunas, começando nas cristalinas até a taíba. De lá, o litoral até a lagoinha", explicou paulino rocha.

Nossa equipe foi a bordo do New Vitara, com motor aspirado, mas antes um breve histórico do modelo.

Nascido em 1988, o suzuki vitara surgiu como uma opção acima do jimny. Maior, mais espaçoso e confortável que o clássico 4×4 da marca japonesa, o modelo apareceu como um dos primeiros suvs compactos, embora na época sua proposta não era exatamente essa. Lançado como escudo na europa e sidekick nos eua, o vitara também tinha duas opções de carroceria, assim como o jimny.

Havia uma opção de chassi curto com duas portas e versão com teto parcialmente conversível, o chamado canvas top. A outra opção era maior, com carroceria fechada e quatro portas, que media 4,12 m. Bem popular nos mercados consolidados, onde tinha tração 4×4, o suzuki vitara apareceu com motores 1.6, 1.8 e 2.0 com gasolina, além de duas versões diesel, sendo uma 1.9 de origem peugeot e outra 2.0. O câmbio podia ser automático de três ou quatro marchas. Essa primeira geração do suzuki vitara durou 10 anos e teve diversos nomes e marcas, entre elas mazda proceed levante, santana 300/350, daewoo vitara, chevrolet tracker, geo tracker, gmc tracker, pontiac sunrunner e asüna sunrunner, por exemplo. Estranhamente, como proposta urbana, o modelo deixou o lugar para o ignis, um crossover sem pretensões off-road, ficando o vitara apenas com a proposta mais aventureira.

Em 1998, o suzuki vitara ganhou um corpo maior, chegando a 4,17 m na versão de quatro portas, mantendo ainda uma versão conversível de duas portas e outra fechada, com o mesmo número de entradas. Essa geração foi vendida no brasil como chevrolet tracker e foi produzido no japão, canadá, indonésia, espanha e eua.

Em 2005, a suzuki lança a terceira geração do suv, mas agora chamado de grand vitara. Com 4,47 m de comprimento e 2,64 m de entre-eixos, o suzuki grand vitara realmente crescera em relação ao modelo anterior, pulando do segmento compacto para o médio. A versão de duas portas media 4,00 m. Nunca teve versão diesel em lugar algum, tendo recebido duas versões v6, sendo uma 2.7 e outra 3.2. No brasil, o modelo ganhou diversas versões e atualizações locais, mas carecia de carisma diante do público. Aqui, sua motorização 2.0 foi a única opção.

A saída de cena do grand vitara foi marcada por duas mudanças. A primeira foi o surgimento do vitara brezza, feito pela maruti suzuki, sendo um suv compacto com 3,99 m de comprimento e motor 1.3 a diesel, exclusivo da índia. A outra foi o novo vitara, que trouxe de volta o tamanho compacto do suv, medindo agora no máximo 4,17 m. O retorno do vitara às origens chegou em boa hora. Apesar da atual geração ser feita apenas na hungria e na china, ela tem potencial para ganhar outros mercados. Aqui no brasil, o suv compacto chegou com motores 1.6 e 1.4 turbo, além de opção de tração nas quatro rodas.

O motor 1.6 do Suzuki Vitara 2018 é todo feito em alumínio, tendo duplo comando de válvulas variável e sistema de injeção eletrônica indireta. O propulsor é abastecido somente com gasolina e entrega 126 cv a 6.000 rpm, além de 16,7 kgfm a 4.400 rpm. Apesar das rotações altas, ele funciona bem em baixa rotação, entregando boa disposição. Além de ser um tanto elástico, é silencioso e econômico, fazendo 11,6 km/litro na cidade e 13,2 km/litro na estrada, quando com tração dianteira e câmbio automático de seis marchas. O desempenho é suficiente para atender a proposta do suzuki vitara 2018, que é pequeno e leve. Com ele, a aceleração de 0 a 100 km/h fica entre 11,5 e 12,5 segundos, dependendo da versão. Desempenho muito bom durante o raid.

Próximos Raids

As próximas etapas já estão com data agendada. Quem quiser participar deve ficar ligado. A segunda será de quatro a seis de maio, em um raid noturno com lua cheia para Canoa Quebrada. A terceira etapa será de 29 a 30 de setembro, rumo a Mundaú. E a quarta e última etapa de 2018 será de 7 a 9 de dezembro, para Pontal do Maceió, em Fortim.

Mas se você não pode viajar, tem opção do Suzuki Adventure Day. Será em apenas um dia, com retorno previsto para 15h, no dia 7 de abril. A segunda etapa dia 9 de junho, a terceira dia 25 de agosto e a quarta dia 10 de novembro, basta entrar em contato com a concessionária Suzuki Sol e fazer sua inscrição.

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