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Do Brasil para o mundo

A troca de experiências com outros países pode beneficiar o empreendedor brasileiro. Por isso, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa tem buscado mostrar o que se faz no País e, ao mesmo tempo, trazer conhecimentos e ações que possam melhorar a vida dos nossos empresários.

05:00 · 29.05.2018

A troca de experiências com outros países pode beneficiar o empreendedor brasileiro. Por isso, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa tem buscado mostrar o que se faz no País e, ao mesmo tempo, trazer conhecimentos e ações que possam melhorar a vida dos nossos empresários. "A Secretaria tem intensificado a participação nos fóruns internacionais e o contato com as Secretarias de Microempresas de vários países, da América Latina, EUA, Europa, Ásia e África. Um exemplo é a participação na Conferência Ministerial da OCDE sobre Micro e Pequenas Empresas realizada em fevereiro, no México. Estiveram presentes delegações de 55 países e fizemos 12 reuniões bilaterais, além de participar da pauta ordinária da Conferência", descreve José Renato Veiga.
E o que se faz por aqui também é visto com bons olhos no exterior. Um exemplo é a política do Microempreendedor individual, o Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa, que garante a construção de uma política pública com a participação social, e os avanços da REDESIM, por meio da qual mais de 2.500 municípios brasileiros já permitem a abertura de empresas de baixo risco em menos de uma semana. "A International Council of Small Business (ICSB) tem a ideia de construir o Estatuto Mundial da Micro e Pequena Empresa, que utilizaria muitas partes da legislação brasileira, elogiada no exterior por sua modernidade, atualidade e força", diz José Renato Veiga. Mais uma comprovação de que o empreendedorismo brasileiro é um modelo a ser seguido e fortalecido.
 

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