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Construção eficiente

Quais resultados se pode alcançar unindo-se Construção Civil e Tecnologia da Informação? No caso da Aval Engenharia, a lista é grande: planejamento eficiente, dados em tempo real, gestão com qualidade, redução de custos para os clientes e dezenas de obras acompanhadas simultaneamente.

05:00 · 05.06.2018
Aval Engenharia
Em primeiro plano, da direita para a esquerda: Vítor Arruda, Lucas Oliveira, André Quinderé e Juliana Quinderé, sócios da Aval Engenharia, e sua equipe: conhecimento e inovação.

Quais resultados se pode alcançar unindo-se Construção Civil e Tecnologia da Informação? No caso da Aval Engenharia, a lista é grande: planejamento eficiente, dados em tempo real, gestão com qualidade, redução de custos para os clientes e dezenas de obras acompanhadas simultaneamente. Mas nem sempre foi assim. No mercado desde o ano 2000, somente há cerca de quatro anos a empresa cearense fez a junção desses dois ramos de conhecimento, o que representou uma nova fase. “Passávamos mais tempo checando planilhas e fórmulas do que agregando valor e diagnosticando as obras dos clientes. Com a Tecnologia da Informação, passamos a ter uma visão mais estratégica das obras e ganhamos a possibilidade de ampliar nossos serviços”, explica o engenheiro civil André Quinderé, um dos sócios da empresa.

Na época da “virada tecnológica”, a Aval era uma convencional empresa de consultoria, planejamento e controle de obras. “A gente ia com a prancheta na obra, fazia as medições, trazia os resultados para o escritório... daquele jeito, conseguiríamos acompanhar, no máximo, três ou quatro obras e ficaríamos lotados de trabalho”, recorda André Quinderé. Foi quando ele e os outros sócios, Juliana Quinderé e Vítor Arruda (também engenheiros civis) conheceram Lucas Oliveira, formado em Tecnologia da Informação. “Eu dei um curso no Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) e ele disse que estava ali para entender o segmento e desenvolver produtos que agregassem valor para as empresas do setor. Combinamos o conhecimento dele com a nossa necessidade”, resume André.

Nessa junção, Lucas se tornou parceiro da empresa – responsável pela divisão de TI, a Aval Tecnologia – e passou a desenvolver aplicativos para a Construção Civil. “Eu enxerguei uma oportunidade muito boa nesse mercado. Antes da sociedade, eu já havia desenvolvido um software de qualidade para o setor, que tinha sido bem aceito por algumas empresas. Mas, ao entrar na Aval, juntamos o nosso conhecimento e desenvolvi outros programas, abrangendo questões como planejamento e orçamento”, conta Lucas Oliveira.

EXPANSÃO

Hoje, a Aval Engenharia tem clientes atendidos pelos softwares ou pela consultoria da empresa em 13 Estados, além do Ceará (em Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral). No portfólio da empresa, constam cerca de 70 obras acompanhadas e mais de 3.500 medições, ultrapassando 1 milhão de m² de área construída orçada e planejada. “Com nossos aplicativos, conseguimos dar informação muito mais rápida para os clientes. A qualidade dos números e dos indicadores também, porque como os dados estão no aplicativo, não tem a questão de erro de fórmula ou cálculo, e isso agregou muito valor ao negócio”, diz Vítor Arruda.

Os principais produtos da Aval são o LeanMetric (app de planejamento e controle da produção), PayTask (gestão de mão de obra e folha de pagamento), Preventive (manutenção preventiva de edificações) e QuizQuality (checklists de inspeções de qualidade). Mas novos apps estão em desenvolvimento, de olho nas necessidades dos clientes. “As ferramentas de TI ajudam, porque todos os nossos softwares rodam em tablets. Então, quando estamos em campo, coletando os dados na planilha, o gestor da obra recebe os dados que ele precisa ver. Isso corta uma série de etapas durante o fluxo de geração da informação”, detalha André Quinderé.

Para quem pretende empreender no setor da Construção Civil, o conselho é estar sempre atualizado e pensar em soluções eficientes. “Nesse mercado, as mudanças são muito rápidas, tudo está acontecendo muito rápido. Para entrar, a pessoa não pode parar de estudar, tem sempre que está antenado, se capacitando a toda hora, e saber escolher muito bem as suas prioridades. Não adianta querer saber sobre tudo: tem que saber um pouco de cada coisa e algumas coisas têm que saber bem”, aconselha André Quinderé. “Outra coisa é ter equipe. Sem isso, não se consegue empreender. É um desafio grande formar uma equipe boa e comprometida”, observa.Quinderé.

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