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Se Toque: mente sã, corpo são

Como ser integral, o homem deve atentar para os aspectos físicos, mentais, emocionais, espirituais e energéticos

00:00 · 19.05.2018

Um não vive sem o outro. Corpo e mente precisam estar sempre bem alinhados. Cuidar, prevenir e conscientizar são sinônimos de saúde, bem-estar e qualidade de vida. Felizmente, nunca se falou tanto sobre a influência direta do estilo de vida na saúde do indivíduo, e, sobretudo, na necessidade de empreender mudanças nos hábitos cotidianos (quando necessário).

É com esse objetivo que acontece neste sábado (19), das oito às 12 horas, a quarta edição do "Se Toque", evento realizado pelo Diário do Nordeste, por meio do projeto Vida Saudável.

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A prestação de serviços acontece na Praça da Igreja Matriz, em Messejana, quando serão oferecidos desde testes de estresse e ansiedade, vacinação, avaliação física (IMC e composição corporal/bioimpedância) e alongamento, além de palestras e rodas de conversa sobre temas diversos relacionados ao sentido mais amplo para uma vida com qualidade.

Tudo com equilíbrio

"Não podemos falar em qualidade de vida, sem cuidar dos nossos corpos", afirma a professora Dra. Diana Ribeiro Gonçalves de Medeiros Gomes, do curso de Educação Física da Universidade de Fortaleza (Unifor). Ela leciona o módulo de Metodologia das Atividades Corporais Holísticas presente na matriz curricular desde 2007.

Importante: o curso da Unifor é pioneiro ao incluir - como obrigatório - esses conteúdos no seu currículo.

Postura positiva

Os cuidados devem ir bem além da prática de atividades físicas. "Entre os elementos a serem considerados estão o equilíbrio entre o trabalho e repouso, a importância de uma alimentação saudável, beber água com um pH de neutro ao alcalino, atividades de lazer, um sono tranquilo, uma postura positiva diante da vida entre outros", afirma Diana Ribeiro, que tem doutorado em Ciências do Desporto pela Universidade de Trás-os Montes e Alto Douro (UTAD) e mestrado em Educação em Saúde (Unifor).

Seres de hábitos

Tudo (ou quase) passa, necessariamente, por mudanças no estilo de vida. "Segundo os orientais, somos seres de hábitos e podemos ficar dependentes dos mesmos. Por essa razão, é preciso tomar consciência desses para saber se são saudáveis ou não", explica.

Diana Ribeiro chama atenção para, ao decidirmos mudar um hábito, "que façamos gradualmente, para não violentarmos nossos corpos".

Sem culpa

Como o auxílio psicológico pode ajudar a ter qualidade de vida? Para a psicóloga Carlota Fiuza, "temos a tendência, de quando algo não dá certo, atribuir culpa ao outro. A terapia ajuda a nos conhecermos melhor, e assim, termos mais clareza em relação aos nossos defeitos, limitações, qualidades e potencialidades".

Tal condição, pontua, "ajuda-nos a compreender como lidamos com o que ocorre ao nosso redor. Isso nos possibilita encontrar soluções mais saudáveis e, assim, uma melhor qualidade de vida", esclarece.

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