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Sociedade de Angiologia e Cirurgia Vascular alerta sobre os riscos da trombose

Com a proximidade do Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, a entidade orienta como prevenir a doença

14:00 · 13.09.2018
Trombose
A trombose pode ser assintomática. Mas quando apresenta sintomas gera dor e endurecimento da musculatura da ‘barriga da perna’, além de edema de tornozelo ( Foto: Divulgação )

O Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose é celebrado em 16 de setembro. Estimativas apontam que a doença acomete duas a cada mil pessoas por ano, com uma taxa de recorrência de 25%. Caracterizada pela formação de coágulos no interior das veias, a trombose pode levar à embolia pulmonar – caso esse coágulo se desloque até o pulmão – o que pode ser fatal.

Para orientar a população, a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) aponta em quais situações é importante redobrar o cuidado para prevenir a doença: Imobilização prolongada nos casos de cirurgia, principalmente as ortopédicas; Imobilização por doenças clínicas como pós-infarto do miocárdio, pneumonia e outras doenças que exigem internação hospitalar; Em viagens prolongadas, seguir as orientações de não permanecer por longos períodos em uma mesma posição; Ter casos de trombose na família. 

“A trombose pode ser assintomática. Quando apresenta sintomas são eles: dor e endurecimento da musculatura da ‘barriga da perna’ e edema de tornozelo. É preciso procurar imediatamente o atendimento de emergência”, afirma o presidente da SBACV, Dr. Roberto Sacilotto. Se a trombose evoluir para uma embolia, os sintomas podem ser dor no peito, falta de ar, tosse repentina (com possibilidade de expectorar sangue), sudorese e tontura, entre outros.

Alguns fatores aumentam o risco para trombose como a hereditariedade, a gravidez e o uso de hormônios. “A possibilidade do desenvolvimento de trombose apenas pelo uso do anticoncepcional é considerada baixa. Porém, quando associado a fatores como tabagismo, obesidade, idade maior que 35 anos e história familiar de trombose, o risco aumenta, sendo importante consultar o seu cirurgião vascular ou angiologista antes da utilização”, complementa Dr. Sacilotto.

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