Glúten

Acelbra presta assistência a portadores da doença celíaca

Associação promove e articula ações de acolhimento, orientação e defesa dos direitos e interesses das pessoas com desordens relacionadas ao glúten

Entidade busca incentivar as indústrias brasileiras para a fabricação de produtos sem glúten ( Yago Albuquerque )
15:24 · 14.01.2018
A exemplo de outras tantas enfermidades, chegar ao diagnóstico da doença celíaca nunca é uma tarefa fácil. Há um protocolo e diretrizes para a identificação e tratamento que devem ser aplicados em todo território nacional, mas há procedimentos que ainda não são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 
 
"Estamos lutando e sensibilizando as autoridades para a criação do Dia Nacional da Pessoa com Doença Celíaca (desejado para o dia 20 de maio). Já fizemos um apelo à gestão local para que o protocolo clínico da doença seja implementado no Ceará (que depende da atenção básica da saúde)", defende Cleoneide Oliveira Pinheiro, presidente em exercício da Acelbra (CE) e Conselheira Nacional de Saúde (CNS/MS).
 
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Segurança alimentar 
 
Na condição de ser uma sociedade civil sem fins lucrativos, a Acelbra promove e articula ações de assistência, acolhimento, orientação e defesa dos direitos e interesses das pessoas com desordens relacionadas ao glúten - DRG (doença celíaca, dermatite herpetiforme, ataxia do glúten, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten não celíaca).
 
O objetivo é esclarecer aos celíacos ou sensíveis ao glúten quanto à doença e à necessidade da obediência à dieta, assim como exigir o cumprimento da lei 10.674 ao solicitar que os fabricantes de produtos alimentícios coloquem nos rótulos indicadores da substância. 
 
A organização busca incentivar as indústrias brasileiras para a fabricação de produtos “sem glúten” e a promoção de ações educativas, capacitação, divulgação, conscientização e defesa daqueles que necessitam de uma dieta restritiva ao longo da vida.
 
Cozinhando sem glúten
 
Nesse sentido, a Acelbra promove o curso "Cozinhando sem glúten" em restaurantes e shoppings, assim como palestras em escolas, centros comunitários e instituições de ensino superior. 
 
São realizadas reuniões mensais (normalmente no último sábado do mês), ocasião que são conversadas as dificuldades, necessidades e soluções já conhecidas por outros membros do grupo que vão desde as formas de agir e superação de dificuldades à indicações de profissionais especializados e receitas de alimentos sem glúten.

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