O Partido Novo no Estado do Ceará

01:00 · 30.08.2018

Um partido alinhado às ideias do liberalismo econômico. É assim que vem se apresentando o Partido Novo no Estado. Além de não se coligar com qualquer outra legenda, a agremiação também não aceita recursos oriundos de fundo público, esperando que o eleitorado seja o seu único financiador.

No Ceará, o Novo, ainda com pequena estrutura e capilaridade, lançou somente seis nomes para o pleito deste ano, todos concorrendo ao cargo de deputado federal. De acordo com o presidente estadual da sigla, Jerônimo Ivo, isso se deve porque, na avaliação de membros da legenda, as decisões sobre os rumos do País são definidas no âmbito do Congresso Nacional, principalmente, na Câmara.

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Em todo o País, o partido só lançou cinco nomes para governador, no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A legenda, que nasceu em 2011, investe em candidaturas proporcionais em 19 estados, tendo um total de 400 candidaturas, entre deputados federais, governadores e deputados estaduais.

Segundo Jerônimo, o Novo é o único partido que realiza um "processo seletivo rígido" daqueles que têm interesse em disputar mandato. No último ano, por exemplo, ao menos 800 pessoas se inscreveram para tentar candidaturas em todo o País, restando apenas 400 que, atualmente, participam das eleições.

O programa do partido tem como foco principal a defesa de um Estado democrático, preservando liberdades individuais e incentivo ao empreendedorismo, além da concorrência e da participação do cidadão na vida política nacional.

O Novo não permite que um filiado dispute mais de uma reeleição para o Legislativo. A renúncia ao mandato para concorrer a cargo diverso ou ocupar cargo no Executivo, sem o aval do diretório, é considerada ato de indisciplina partidária.

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