DCTD

Polícia Civil prende três estrangeiros por tráfico

Os resultados das operações foram divulgados, ontem, pela diretora da DCTD, Patrícia Bezerra; e o delegado adjunto, Lucas Aragão ( Foto: Helene Santos )
01:00 · 22.09.2017

Do dia 12 de setembro até a última quarta-feira (20), a Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) capturou 11 pessoas suspeitas de envolvimento com a venda de entorpecentes, em Fortaleza e Região Metropolitana. Entre os detidos estão três estrangeiros e um ex-policial militar, que havia sido expulso da Corporação. A Especializada apreendeu com os presos 46 quilos de drogas e quatro armas de fogo, sendo um fuzil, um rifle e duas pistolas.

A primeira ação aconteceu na Praia do Icaraí, em Caucaia, quando o ex-PM Humberto Holanda Cassundé Neto, de 36 anos, foi alcançado pela Polícia Civil, no momento em que estava repassando droga para Wilinthon da Silva Paranhos Júnior, dono de uma barbearia, que também foi preso. Na residência de Humberto Holanda, na Capital, a Polícia encontrou mais material ilícito e um laboratório de pequeno porte, onde era feito o refino dos narcóticos.

No dia 14 de setembro último, equipes da DCTD desmontaram um outro laboratório caseiro, no bairro Pici. Além de um fuzil, um rifle e uma pistola, os policiais localizaram cerca de 13Kg do insumo químico mineíta, 5Kg de crack e outros 12Kg de maconha. O responsável pelo imóvel conseguir fugir do local, mas os investigadores já identificaram o suspeito e seguem em busca dele.

Ainda no mesmo dia, outra ação resultou na prisão de cinco pessoas de uma mesma organização criminosa, acusada de comercializar drogas na Praia de Iracema. Foram presos Bruce Pigliapoco, que responde por roubo, lesão corporal e formação de quadrilha; e Lucas de Lima Castro, por homicídio. Os demais integrantes do grupo são estrangeiros: o peruano Simion Bejarano Tumbay, o venezuelano José Gregorio Gonçalez Marin e o colombiano Alber Eduardo Pinto Bermudez. Eles respondem por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

"As investigações dão conta de que uma pessoa central fornecia a droga para eles e, a partir daí, faziam a redistribuição. Estamos em diligência em busca do principal fornecedor", afirmou o delegado adjunto da DCTD, Lucas Aragão.

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