Decisão

Justiça decide manter preso universitário acusado de matar porteiro

De acordo com o relator do caso, a prisão preventiva permanece necessária devido à gravidade do delito e para garantir a ordem pública

15:10 · 12.09.2017 / atualizado às 15:29
Roberto-Santos
Roberto Santos foi raptado pelo universitário, agredido e assassinado. O corpo dele foi ocultado em Palmácia

O pedido de habeas corpus de Ivo Santos Jucá foi negado pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). De acordo com a decisão judicial proferida na manhã desta terça-feira (12), o universitário acusado de matar Roberto de Sousa Ribeiro, 31, vítima que trabalhava como porteiro do prédio onde o suspeito morava, deve permanecer preso.

Conforme o o relator do caso, desembargador Raimundo Nonato Silva Santos, a prisão preventiva do universitário se faz necessária “pela gravidade concreta do delito e para a garantia da ordem pública”. O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de outubro de 2016, no bairro de Fátima.

Na sexta-feira (8), o Diário do Nordeste entrevistou o irmão do porteiro executado, Francinardo de Sousa Ribeiro. Na ocasião, o parente da vítima ressaltou que, desde o dia do crime, a família leva consigo sensação de impunidade. No último dia 22, o Ministério Público já havia se manifestado contra a soltura do réu.

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