diz adepol

Anabolizante foi retido em outras diligências

01:00 · 22.03.2018 / atualizado às 07:30

A assessoria jurídica da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Ceará (Adepol-CE) se manifestou negando informações, que constam em uma decisão da 12ª Vara da Justiça Federal, divulgadas pelo jornal, na última terça-feira (21). A manifestação da Justiça se deu em continuidade à 'Operação Vereda', que investiga um suposto esquema criminoso montado por policiais civis.

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Segundo a Adepol, o anabolizante apreendido com um inspetor, lotado na Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD), não é do mesmo lote recolhido com o traficante português, Carlos Miguel de Oliveira Pinheiro. A Adepol afirma que o material comparado foi apreendido em outra diligência da DCTD, e não na que o estrangeiro foi preso.

"É preciso apurar, ainda, em que medida a coincidência entre os lotes indicam que tenham a mesma origem próxima, afinal já pudemos verificar menções a esse mesmo lote em processos de outras regiões do Brasil, e até em um trabalho científico datado de 2006", disse o advogado Leandro Vasques, que representa juridicamente a Associação.

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