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Livre iniciativa

04:30 · 02.08.2018 / atualizado às 17:38
Matheus de Souza
Matheus de Souza: compartilhar conhecimento é o melhor marketing.

Imagine poder trabalhar de qualquer lugar do mundo, bastando estar com seu notebook e ter acesso a uma boa conexão de internet? Ser nômade digital, trabalhando de forma remota enquanto viaja, é o trabalho dos sonhos de muitos jovens. Como freelancer, é possível ter essa liberdade e flexibilidade, mas o que muitos não veem é o quanto custa ser seu próprio chefe. “A carreira de freelancer não é indicada para profissionais que não estão dispostos a correr riscos e preferem a estabilidade de uma carteira assinada”, afirma Matheus de Souza, empreendedor, nômade digital e um dos criadores do blog Be freela. “Também não é indicada para o profissional que gosta de ‘tudo mastigadinho’. É preciso ir atrás, ser curioso e proativo”, adverte Matheus de Souza.

Há três anos, o empreendedor catarinense decidiu começar essa carreira e se tornar um nômade digital. Hoje, ele trabalha de forma remota para marcas como Google, PepsiCo, Caixa e Superlógica. Não foi da noite para o dia que conseguiu bons trabalhos. Para se dar bem como freelancer é preciso ser organizado e ter espírito empreendedor. “O freelancer, antes de mais nada, é um empreendedor. Para conseguir manter seus trabalhos, dependerá muitas vezes apenas de si. Se por um lado muitos ficam deslumbrados com esse negócio de ‘trabalhar sem chefe’, por outro lado você será seu próprio chefe, ou seja, isso exigirá responsabilidades extras que você não tem como CLT (carteira assinada)”, esclarece.

VAGAS

Como observa Matheus de Souza, algumas áreas oferecem mais oportunidades de trabalho remoto, como Marketing, Design e atividades relacionadas à Tecnologia da Informação. Atuando com produção de conteúdo para marcas, Matheus de Souza conta que consegue trabalho pela rede social LinkedIn. “100% dos meus clientes vêm do LinkedIn”, afirma.

Mas não basta ter o perfil cadastrado. Quem já é ou deseja ser freelancer deve aprender a utilizar a ferramenta de forma estratégica. “O LinkedIn é uma rede social e, como tal, você precisa interagir e compartilhar o que sabe. Faço isso por meio da produção de conteúdos relacionados à minha área e ao meu trabalho. É assim que sou descoberto e as empresas me oferecem trabalhos. Entre as novas responsabilidades do freelancer, está o marketing pessoal”, explica Matheus de Souza.

A estratégia de Matheus deu tão certo que, em 2016, ele foi considerado pelo LinkedIn como o 3º brasileiro mais influente da rede em sua lista de Top Voices.

Para quem quer vida de “freela”, o empreendedor aconselha: “Mexa-se. Seja curioso. Vá atrás das coisas. Ninguém vai pegar o aspirante a freelancer pela mão e mostrar onde estão as vagas. Tampouco um livro ou curso fará isso. É preciso atitude. Domine a área que pretende trabalhar, esteja sempre atualizado e presente nas redes sociais, compartilhando o que sabe. Compartilhar o que sei, aliás, é o meu melhor marketing. Desde que comecei meu negócio como freelancer não investi um centavo com anúncios – apenas meu tempo produzindo conteúdos”, conta.

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