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Escolhas corretas

04:30 · 26.07.2018 / atualizado às 17:38 · 02.08.2018
Andreia Deis
Andrea Deis: estratégia para auxiliar na escolha da profissão ou na redefinição da sua carreira. ( Foto: Paula Bareta )

“Se a pessoa atuar na sua área de talento, ela vai fazer muito mais com um esforço muito menor.” A afirmação de Andrea Deis, master coach, pedagoga, palestrante e gestora empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), resume a importância da orientação vocacional para a trajetória profissional de qualquer pessoa. Quando utilizada por um profissional qualificado, essa ferramenta pode ser o diferencial entre as escolhas equivocadas e as opções corretas. “A orientação vocacional é um recurso para ajudar o indivíduo a identificar sua principal área de talento. O profissional usará diversas estratégias e ferramentas para auxiliar as pessoas na escolha da profissão ou na redefinição da sua carreira”, diz Andrea Deis.

De acordo com a especialista no assunto, o principal objetivo da orientação vocacional é orientar o individuo na sua escolha profissional e educacional. “No trabalho, a orientação vocacional auxilia na escolha para a melhor área conforme as competências do profissional como também na melhor opção de aperfeiçoamento. Na esfera educacional, há o auxílio na escolha de carreira, de cursos de aperfeiçoamento e até para a escolha de um plano B”, indica Andrea Deis. Com isso, é importante perceber que a orientação vocacional ajuda a otimizar tempo, dinheiro e vida. “Essa ferramenta deve ser procurada em todas as ocasiões em que as pessoas queiram ser felizes e trabalharem na sua área de talento. Ou para investir de forma mais otimizada e consciente. Você sai do ‘eu acho que’ para o ‘eu tenho talento para’”, aponta Andrea Deis.


ESCLARECIMENTO

Na opinião da especialista, que também atua na construção de carreiras e consultoria estratégica, tática e operacional de grandes empresas, ainda existe preconceito ou falta de informação no que diz respeito à orientação vocacional. “Existe a percepção que tudo sabemos sobre nós mesmos, mas o orientador vocacional estuda e se aprimora para poder identificar estes talentos”, observa Andrea Deis. “Eu só atuo em carreiras, porque sou Orientadora Vocacional de formação, e acho um equívoco um leigo se intitular como orientador de carreiras. É como um leigo dar diagnóstico de doença, isso tem causado um alto índice de infelicidade e doenças  psicossomáticas cada vez mais presentes na vida profissional e pessoal”, alerta.

Dessa maneira, a orientação vocacional naturalmente traz resultados mais eficazes para os jovens que estão no início da carreira profissional. “Eles ainda desconhecem os cenários, é um mundo novo a ser desvendado. O jovem é um indivíduo em evolução, que precisa se sentir seguro, e só conquistará isso com paciência, técnica, modelo e prática”, indica Andrea Deis.

A partir de sua experiência, que inclui uma certificação pela Behavioral Coaching Institute (BCI) e graduação em Pedagogia, com ênfase em Orientação Educacional, Andrea Deis conta pelo menos dois casos interessantes em que a orientação vocacional foi decisiva. “Um jovem de 30 anos estava infeliz na área de formação. Toda sua formação era em marketing. Com o trabalho de orientação vocacional, foi identificado um perfil para pesquisa e inteligência de dados. Aos poucos, fomos planejando sua mudança sem riscos”, conta Andréa. “Outro caso é de um engenheiro de 40 anos, sem felicidade no trabalho e com uma formação de primeira linha. Ele atuava no mercado financeiro e, com o trabalho de orientação vocacional, o talento descoberto o aproximou de excelentes oportunidades. Hoje ele é referência no mundo acadêmico”, relata. 

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