Coluna

Leitores e Cartas: o poder é efêmero

Leitores e Cartas

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00:00 · 09.06.2018

Estamos assistindo o País ir para o brejo. Leis votadas na calada da noite. Promessas jogadas ao vento, na esperança de que sejam aceitas. Reuniões e mais reuniões. Todo muito fala, querendo tirar uma 'casquinha', para conseguir votos. Já tivemos crises de todos os tipos. O Poder moderador (Pedro II, no Império e Força Armada na República) foi resolvendo com calma e com líderes. A crise de 1964 foi solucionada por termos um homem brilhante e capaz de resolvê-la: Castello Branco. Agora, crise moral e qual líder colocará o Brasil novamente nos trilhos? Estamos vendo a desgraça se aproximar e tudo por uma coisa simples que não querem ver: cada um só pensa em si e se esquece do Brasil. Um homem, um líder, pelo amor de Deus! Pensem no Brasil. O poder é efêmero. O Brasil é tudo e todos iremos morrer, gostemos ou não!

Torres de Melo

Fortaleza (CE)

Caminhoneiros

Apesar da força e da repercussão nacional, a paralisação dos caminhoneiros dificilmente conseguirá obter as conquistas para a categoria, prometidas pelo governo Temer. Primeiro, pelo contorcionismo da proposta do governo, que ninguém entendeu. Uma proposta que mistura mentirês, enroladês, juridiquês, economês. Depois, a inviabilidade. Como controlar preços de milhares de postos de gasolina, por todo o País? E, por último, seu prazo de validade de apenas 60 dias (prazo da expiração de uma MP, onde o Congresso Nacional dificilmente aprovaria outra em pleno processo eleitoral). Uma medida que joga nas costas do eleitor e contribuinte todos os custos da paralisação. A dúvida agora é saber o que é possível ainda fazer com um governo-cadáver? Um fato político inédito na história. O que fazer e como lidar com um governo zero de aprovação, onde até seus promotores o renegam?

Antônio Negrão de Sá

Rio de Janeiro (RJ)

O destino da Nação

Não basta pagar impostos, é preciso saber para onde esse dinheiro é destinado. A corrupção é prática antiga que toma novas formas, mas tem os mesmos falsos princípios. Políticos que em quatro anos constroem mansões com piscinas e carros estacionados para cada filho são candidatos a não serem votados novamente, pois é provável que sejam corruptos. Não se deixe enganar, eleitor! Se você ainda não parou para pensar, pense bem. Você é livre! Não aceite opinião de oportunistas. É o destino da Nação nas nossas mãos. Vamos festejar a democracia e a cidadania.

Paulo Roberto Girão Lessa

Fortaleza (CE)

Copa do Mundo

Desde a primeira edição, em 1930, a Copa do Mundo de Futebol vem congregando, ano após ano, várias seleções de diferentes países, uma forma de difundir as artes culturais e revelar os costumes de cada nação participante. Porém, com o passar dos anos, alguns países vêm sofrendo com as fortes tensões sociais do momento, obrigando a população a vivenciar mudanças comportamentais. Tomemos o exemplo do Brasil: antes, uma nação forte, de um povo alegre e contagiante, mas hoje, uma pátria desgastada, imersa no desemprego e na corrupção e outras mazelas sociais, e onde a paixão pelo futebol vem sendo substituída por sentimento de profunda tristeza: "o medo do futuro". Decididamente, a Copa do Mundo no Brasil não é mais como antes, aqui para nós!

Gilson Queiroz

Ubajara-CE

Mais educação

Se houvesse mais investimento em educação, os resultados até poderiam demorar um pouco, mas a violência iria diminuir muito. Uma criança bem educada se torna um cidadão. (Comentário sobre a matéria "Em salão vazio, Alckmin lança propostas para Segurança", publicada nas redes sociais do Diário do Nordeste)

Francisco Souza

(Via Facebook)

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