coluna

Leitores e Cartas: fim das reeleições

Leitores e Cartas

opiniao@diariodonordeste.com.br

00:00 · 15.09.2018

O Brasil atravessa uma grave crise econômica, política e social, a qual requer das instituições de controle e da sociedade respostas concretas capazes de sanar essa triste realidade. Superfaturamento de obras públicas, propina, caixa dois e lavagem de dinheiro roubado são as tônicas que fazem mover a classe política, a qual se apropria do Estado brasileiro como meio de enriquecimento pessoal ilícito. É o desvirtuamento dos valores éticos, a conduta de alguns dos nossos representantes, que deveriam ter como prioridade trazer benefícios à população, porém agem de modo contrário prejudicando a população. Consequência natural é o País quebrado por causa dos políticos profissionais, com falta de recursos para educação, segurança e saúde, evidenciado diariamente pela morte de pessoas em hospitais públicos, por falta de verbas, e pela violência nas cidades. Para que o Brasil supere essa situação é imprescindível colocar todo político e autoridade pública corrupto na cadeia, fazendo-os devolverem todo o dinheiro surrupiado dos cofres públicos e do povo brasileiro, bem como que os eleitores votem somente em candidatos com ficha limpa e que nunca tenham sido eleitas para o mesmo cargo a que esteja se candidatando.

Aguinaldo Bezerra Damasceno
Fortaleza (CE)

Pense antes de votar

A campanha política mostra um número significativo de candidatos e promessas, mas não se deixe influenciar por vantagens individuais. Essa prática demonstra como se comporta a classe política no País e que o Estado não sabe mais qual a sua função, porque o Estado, ou seja, a casta que comanda as esferas do poder no Brasil, existe apenas para promover os interesses dos grupos dominantes. Os políticos têm todo o Estado em suas mãos, têm poder de decisão sobre a prosperidade, sobre a ruína e a miséria. Ademais a arrogância e presunção impedem que eles compreendam a essência do Estado. Esse tipo de gente controla as eleições, subornam eleitores. Usam do cinismo, ao proferirem: do que valem a honradez e a moral, se o povo tem muitas necessidades e o pouco do que ganha é para ajudá-los (comprá-los). Afinal, afirmam: se nada puder oferecer, com certeza não terei seus votos. Para que essa tal de igualdade social ou distribuição justa de renda? Para que esse povo sem necessidade (dependência)? Sem eles, os carentes e leigos não terão o poder, sem o poder não terão a riqueza. O poder traz a riqueza e a riqueza, o poder. É oportuno abrir os olhos dos tapeados e libertar os carentes para entender que grande parte dos políticos do Brasil não é nada mais que uma grande conspiração sinistra de forças com o objetivo de enganar o homem comum e transformar sua vida numa penúria.

Francisco Antonio de Oliveira
Fortaleza (CE)

Descaso com a cultura

Acomodação, inércia e irresponsabilidade são inerentes ao governo Temer, mas o descaso que ocorreu em relação ao lamentável incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, enodoou mais ainda a sua gestão como presidente da República, além de empobrecer os registros físicos da história e a cultura brasileiras. Aos dirigentes nomeados para administrarem e cuidarem da nossa cultura, museus ou qualquer outro equipamento, não compete somente passar a vassoura e a flanela, arrumar a casa e dizer que tudo está limpo e em ordem, quando são visitados pelos superiores hierárquicos ou pela imprensa. Muitos desses senhores procedem desta forma, embora alguns outros se ocupem em solicitar verbas adicionais para fazer face a eventuais reparos nas instalações do imóvel. É necessário e importantíssimo que dirigentes assessorados por gente qualificada e responsável, tenham mais facilidade para cumprirem as metas previstas nas gestões, sejam federal, estaduais e municipais.

Pedro Edson Lourinho
Fortaleza (CE)

Últimos Artigos

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.