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Leitores e Cartas: alô Unimed

Leitores e Cartas

opiniao@diariodonordeste.com.br

00:00 · 03.07.2018

Há 15 dias cortei o dedo. Como o sangramento não parava, aproveitei que sou beneficiária do Plano Masterplan da Unimed Fortaleza e procurei um hospital credenciado, no caso a emergência do Hospital São Carlos. O médico, muito atencioso, conferiu o ferimento, deu três pontos e pediu-me para voltar em nove dias. Para retirá-los. Passado o período, retornei ao mesmo hospital, para fazer o procedimento orientado pelo médico. Para minha surpresa, a atendente me informou que, por exigência da Unimed, teria que pagar R$ 25,00. Não acreditei! Como pago um plano de saúde, que cobre a assistência de um corte e não tira os pontos? Sou dentista e este procedimento não acontece no meu consultório e nem dos demais colegas de profissão. Indignada com a postura da Unimed Fortaleza, não paguei e saí. Ato contínuo, passei em uma farmácia com ambulatório e tirei os pontos, pagando apenas R$ 10,00. E meu plano de saúde é integral. Além de que nenhum comunicado de coparticipação tenha sido feito, a operadora já nos cobra, e para tirar os pontos de um ferimento. Uma situação surreal que surpreende a todos com quem comento o fato. Nem oficina trabalha assim. Não se faz mais Unimed com antigamente. Que pena!

Liana Marinho
Fortaleza (CE)

Anestésico

Passada a euforia com a Copa do Mundo e os seus encantamentos, a dura realidade voltará na casa de cada família brasileira. Assistir aos jogos é como viajar por campos floridos sem sair do lugar, no qual tudo é divino e maravilhoso, como traduz a canção do Poeta Belchior, mas, quando a Copa acabar, vem as delações nas telinhas, as solturas dos corruptos pelo STF, e a canção do "se gritar pega ladrão" nas emissoras de rádio pelo Brasil. Ainda bem que é só um mês de anestésicos .

Gilson Queiroz
Ubajara (CE)

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