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Leitores e Cartas

Leitores e Cartas

opiniao@diariodonordeste.com.br

00:00 · 11.05.2018

Iluminação pública

Não consigo entender, essa Taxa de Iluminação Pública da Prefeitura de Fortaleza. Acho que alguma coisa está errada. Moro em um apartamento de um edifício com 100 unidades, onde cada morador paga, por exemplo, R$ 20,00, em uma conta mensal de R$ mil, por conta de um único poste que tem em frente ao mesmo. Enquanto isso, uma casa, vizinha ao edifício, deveria pagar a mesma taxa que cada um dos moradores do edifício paga. Será esta referida tributação legal?

Amilcar Paula Pessoa

Fortaleza (CE)

Jogos de azar

Sobre a carta 'Jogo do Bicho Digital, veiculada pela editoria 'Leitores e Cartas', desta quinta-feira, 9/5, cabe esclarecer e registrar. Os 76 anos de proibição do jogo no Brasil acabou rotulando equivocadamente esta atividade como uma questão moral, a exemplo do aborto, união homoafetiva e drogas. Além disso, questões religiosas e ideológicas, contaminam o debate sobre a legalização desta atividade. A legislação proibitiva não alterou o cenário de ilegalidade do jogo, que movimenta, anualmente, em apostas clandestinas, bilhões de reais. No caso do jogo, só temos duas opções: jogo legal ou ilegal. A opção 'não jogo' é impossível, pois milhões de brasileiros já apostam todos os dias no Jogo do Bicho, outros em algum tipo de jogos na internet e milhares em outras modalidades não reguladas. Discursos contrários que usam a patologia, lavagem de dinheiro e ausência de controle como argumentos são questões que podem ser superadas com as melhores práticas adotadas pelos países que regulamentaram este setor. A história comprova que toda proibição é discutível e quase sempre inútil, pois nada resolve. No Brasil, a proibição também não resolveu o problema do centenário Jogo do Bicho, em vários Estados.

Magnho José

Rio de Janeiro (RJ)

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