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Leitores e Cartas

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00:00 · 23.04.2018

Reflexão

Quando abrimos nossa mente e compreendemos o papel do ser humano no mundo, contemplamos, no horizonte do raciocínio isento de preconceitos e tabus, as leis da economia de Deus. Por isso, defendemos, há décadas, a Economia da Solidariedade Espiritual e Humana. Situa-se além da que os homens discutem tanto e a respeito da qual afirmam uma coisa hoje e desdizem-na amanhã, levando gerações ao desespero. Preconizamos que a Solidariedade se expandiu do luminoso campo da ética e se tornou uma estratégia de sobrevivência, acima de leis e de modelos econômicos até agora descobertos e, muitas vezes, empregados de modo pouco apreciável por nós, os seres humanos. Discorremos sobre conceitos que preexistem à criação do mundo, que são as normas econômicas divinas, que tratam em igualdade os gêneros, porque se destinam à essência imortal das filhas e dos filhos dos universos. Livres de quaisquer sectarismos, muito podemos aprender com os inúmeros ensinamentos de Jesus, que comove até hoje os mais pétreos corações com Sua preocupação social em cuidar das necessidades, do corpo e da alma, dos Seus semelhantes. Vimos isso quando Ele alimentou a multidão, a partir de cinco pães e dois peixes.

José de Paiva Netto

Fortaleza (CE)

Dependência

O abuso de celulares e computadores está levando o homem a alienar-se. O excesso de informações é tão ruim quanto a falta de informação. Tudo demais é veneno! O uso de aplicativos que prendem a atenção do usuário pode roubar-lhe precioso tempo. O ser humano não foi feito para os celulares. A criação destas máquinas pelo homem pode levá-los à escravidão. Vamos pensar bem e usar as tecnologias de informação para o bem da humanidade. Tempo livre para meditar e conversar é essencial.

Paulo Roberto Girão Lessa

Fortaleza (CE)

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