ARTIGO

Alto-astral

00:00 · 14.05.2018

No mundo dos negócios as boas práticas gerenciais recomendam que nenhuma estratégia terá êxito se não contar, no seu nascedouro, com o concurso de pessoas qualificadas, notadamente daquelas cujo perfil sinaliza chances de êxito na sua iniciativa. Segundo essa percepção, o avanço nessa direção, passa, necessariamente, pela identificação do potencial das pessoas e da dedicação ao seu desenvolvimento.

Nesse ambiente, o colaborador deve ser valorizado pelo seu conhecimento, vivencia e pela flexibilidade com que transita nas situações do dia a dia e, não por respaldar modelos padronizados, cujo paradigma já não é prevalecente. É importante pôr em prática decisões que estimulem e mantenham o moral do grupo em alto astral, na medida em que repercute favoravelmente no desempenho da organização como um todo. Ao decidir delegar atribuições de caráter estratégico, deve-se tomar precaução no sentido de fazê-lo junto a pessoas cuja história profissional, ou trajetória na organização, atribua segurança e acerto na decisão, sob risco de comprometer os planos em andamento. Não delegue atribuições de largo alcance, a pessoas cuja experiência não revela segurança na condução dos processos - essa atitude só aumenta o risco de insucesso.

Para minimizar esse descompasso, cujos resultados são indesejáveis, é recomendado que o dirigente busque identificar e designar pessoas do seu conhecimento, que tenham conquistado credibilidade na organização, mercê da sua dedicação e zelo em tudo que faz. Assim, o alcance das metas revelará a sensação de acerto no dever cumprido.

Cláudio Montenegro. Administrador

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