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A arte que apaixona

00:00 · 30.06.2018

A arte e a publicidade sempre estiveram em um relacionamento sério. Já vimos muita dessa combinação romântica nas grandes mídias, como a pintura autorretrato Manteau Rouge, de Tarsila do Amaral, retratada no perfume do O Boticário com o Tarsila Rouge, ou na campanha das impressoras HP, que usaram detalhes de obras famosas dos impressionistas Renoir, Rembrant e Van Gogh para confundir a cabeça do consumidor. A publicidade se tornou bela, admirada e desejada. A tecnologia está cada dia mais avançada que podemos simular tudo isso com equipamentos digitalizados como tablets e canetas. Essa mistura, de arte e publicidade, traz um resultado sedutor, pois as duas utilizam a mesma linguagem, encantam pelas histórias que contam, pelas imagens que emocionam e pelos sons que tocam dentro da alma. Ambas são divertidas, críticas, expressam lindos e profundos sentimentos: amor, tristeza, alegria, compaixão, esperança, fé? transpiram o melhor de nós mesmos, e com isso em mente, e uma explosão química fantástica e cativante, a cada dia a arte pintada está ganhando a mente e os corações do segmento publicitário mundial. É uma arte que não vende só quadros, mas vitrines, produtos e serviços. Quando você constrói uma peça publicitária, que é resultado de uma obra de arte, a recepção é sempre diferenciada, existe um "que" de romântico naquela construção "feita à mão". É nessa intensa percepção que os caminhos percorridos pela arte ganham status diferente, onde ela nasce dos pincéis, da magia do artesanato e ganham o mercado de forma linda e sutil. Voilà! Arte que apaixona, arte que vende.

 

Juca Máximo
Publicitário

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