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BNDES aprova financiamento de R$ 1 bi para parques eólicos no Ceará e Bahia

A Aliança terá um financiamento de R$ 243,5 milhões para a construção dos parques eólicos Santo Inácio III e IV, Garrote e São Raimundo, em Icapuí

16:39 · 19.06.2017 / atualizado às 17:05 por Estadão Conteúdo
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O empreendimento no Ceará também inclui o sistema de transmissão associado e terá potência instalada de 98,7 MW, todos destinados ao consumo da Vale, segundo o BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta segunda-feira (19), a aprovação de empréstimos que somam no total R$ 1,037 bilhão para três complexos de geração de energia eólica, dos grupos EDF, Enel e Aliança, sociedade da mineradora Vale com a Cemig.

A Aliança terá um financiamento de R$ 243,5 milhões para a construção dos parques eólicos Santo Inácio III e IV, Garrote e São Raimundo, em Icapuí (CE). O empreendimento também inclui o sistema de transmissão associado e terá potência instalada de 98,7 MW, todos destinados ao consumo da Vale, segundo o BNDES.

Bahia

A EDF EN do Brasil contratará empréstimo de R$ 486,4 milhões para a construção dos parques eólicos Ventos da Bahia I, III, IX e XVIII, no município de Mulungu do Morro (BA). O projeto inclui o respectivo sistema de transmissão. Com 53 aerogeradores, o empreendimento terá potência instalada de 116,6 MW, comercializada no Leilão de Energia de Reserva de novembro de 2015, informou o BNDES.

Já a Enel Green Power Brasil terá de R$ 307,8 milhões para implantação dos parques eólicos Delfina III, IV, VI e VII no município de Campo Formoso (BA), e também do sistema de transmissão. O empreendimento, com 48 aerogeradores, terá potência instalada total de 96 MW, cuja energia, segundo o BNDES será comercializada no mercado livre.

Desenvolvimento  

Segundo o BNDES, os empreendimentos contribuem para o desenvolvimento da cadeia de fornecedores e subfornecedores para projetos de geração de energia elétrica renovável, com a aquisição de equipamentos fabricados no País. O Banco ainda afirma que os empreendimentos devem gerar cerca de 3.000 empregos diretos e indiretos durante as obras. Os parques também contribuem para o desenvolvimento da economia local e da infraestrutura da região.

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