Pesquisa do Procon

Namorados: presente pode variar 790% em Fortaleza

01:00 · 08.06.2018
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Segundo o Procon, os smartphones apresentaram variação de até 50% nas lojas de Fortaleza ( Foto: Drew Angerer )

Os produtos mais procurados como presente no dia dos namorados, em Fortaleza, podem variar até 790%. A informação é do último levantamento do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) que divulgou, nesta quinta-feira (7), uma pesquisa com 80 opções de preços de produtos e serviços para a data comemorativa.

Entre os secadores de cabelo, o consumidor, que se dedicar tempo suficiente na procura, poderá economizar até 142% ao optar pelo produtos que oferecem preços mais baixos. Em uma loja, que fica no bairro São Gerardo, o eletroeletrônico foi encontrado de R$ 139,99, enquanto que em outro estabelecimento, em outro bairro, o mesmo secador custa R$ 339,00.

Já os smartphones, bastante procurados como presente neste período segundo o Procon Fortaleza, podem variar até 50% entre o mais em conta, que sai por R$ 999,00, à R$ 1.499,00 o mais caro, considerando o mesmo modelo de aparelho.

No entanto, a maior variação foi encontrada nas suítes de motel, apresentando uma diferença que pode chegar a 790% para o valor dos quartos. Neste setor, o Procon analisou suítes com as mesmas características.

A opção mais barata, no bairro Parangaba, que fica na Regional IV, sairia por R$ 80. Já a mais cara, apontada no bairro Luciano Cavalcante, na Regional II, custaria R$ 712.

O Procon Fortaleza também pesquisou preços de produtos para embelezamento masculino e feminino, como barbeadores, máquinas de cortar cabelo, pranchas e secadores de cabelo. Há ainda opções de smartphones e notebooks, perfumes e cestas de café da manhã.

Preços na internet

Na pesquisa, o Procon também fez um comparativo entre os produtos que são vendidos em lojas físicas e pela internet. Na análise, 75% dos itens estavam mais baratos pela internet.

Para a diretora do Procon Fortaleza, Cláudia Santos, é possível haver preços diferentes entre lojas físicas e virtuais, mesmo que sejam da mesma rede. "Não é considerada uma infração ao Código de Defesa do Consumidor praticar preços diferenciados em meios diferentes de venda. Na loja física há custos operacionais diferentes", disse.

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