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Gestão Ambiental: combate à desertificação

maristela

Gestão Ambiental

MARISTELA CRISPIM

01:00 · 20.09.2017

Durante a 13ª Conferência das Partes (COP13) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), em Ordos, interior da Mongólia, na China, o Brasil aderiu ao programa Neutralidade da Degradação da Terra (LDN). O programa deriva do objetivo 15.3 da Agenda 2030 das Nações Unidas: "Até 2030, combater a desertificação e restaurar a terra e o solo degradado, incluindo terrenos afetados pela desertificação, secas e inundações, e lutar para alcançar um mundo neutro em termos de degradação do solo". Ao ser o 111º país a aderir ao programa, o Brasil poderá acessar recursos de fundos internacionais para a implementação da Política Nacional de Combate à Desertificação, por meio da Estratégia de Recuperação de Áreas Degradadas e Redução à Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas (Urad).

Compromisso

A Natura e o Itaú Unibanco acabam de abrir o Edital Compromisso com o Clima, para captação de projetos de compensação das emissões de gases do efeito estufa. Juntas, as duas empresas visam adquirir 500 mil toneladas de CO2 para compensar suas emissões dos últimos períodos. A inscrição é gratuita e pode ser feita até 13 de outubro pela plataforma Ekos Social, ekos.Social/pages/natura-itau.

Visitação

O arquipélago de Alcatrazes, a 43 km de São Sebastião (SP), foi aberto para visitação na semana passada. A unidade de conservação tinha acesso restrito a pesquisadores autorizados pelo ICMBio. Agora, a entrada de visitantes está permitida para mergulho e passeios de barco. Continua proibido o desembarque no arquipélago, que tem terreno acidentado.

"O presidente Michel Temer tentou passar aos líderes mundiais uma imagem do Brasil sobre meio ambiente e mudanças climáticas que só se sustenta em páginas de discursos"

Carlos Rittl
Secretário-executivo do Observatório do Clima

Bom

Reconhecimento

O trabalho social desenvolvido pelo Instituto João Carlos Paes Mendonça de Compromisso Social (IJCPM) ficou entre os primeiros colocados do Prêmio Nacional Newton Rique de Sustentabilidade concedido pela Abrasce, na semana passada, em São Paulo. O IJCPM, que completa dez anos neste ano e apresentou o trabalho realizado junto às comunidades do entorno dos empreendimentos do Grupo.

Mau

Degradação

Emissões de carbono podem aumentar até 90% na Amazônia em 50 anos. A degradação florestal, por fogo e eventos de secas extremas, tem-se tornado frequente. Para avaliar quais são os próximos cenários, cientistas aprimoraram um modelo que analisa o comportamento do fogo e a dinâmica de carbono, prevendo os padrões futuros da potencial de degradação no bioma amazônico.

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Está no ar a plataforma digital para arrecadar doações para construção de mais cisternas no semiárido brasileiro. Essa iniciativa faz parte da campanha Abrace o Brasil, da instituição BrazilFoundation, na qual a Fundação Banco do Brasil participa com o projeto "Vamos juntos construir cisternas no Semiárido". A campanha internacional foi lançada em Nova Iorque (EUA) e envolve a participação de quase 100 iniciativas cadastradas. A meta da Fundação BB é arrecadar R$ 500 mil que serão investidos a partir de 2018 na implantação de mais cisternas. No dia 22, Dia Mundial Sem Carro, acontecerá uma roda de conversa com o título "Transporte Coletivo e o Meio Ambiente", às 15h, no CineTeatro Cocó, com a participação do titular da Sema, Arthur Bruno; da Seuma, Águeda Muniz; do presidente do Sindiônibus, Dimas Barreira; do Coordenador do Núcleo Socioambiental da Fetrans, Marcelo Brasil e as empresas de ônibus vencedoras do Programa Despoluir.

 

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