Coluna

Bolso & Cia: Previdência e o debate

01:00 · 09.02.2018

A pressa em emplacar a Reforma da Previdência, sem ampla discussão com a população, incorre na possibilidade de alterações que gerem incongruências na aplicação das regras. A reforma é necessária. Mas fragilidade do governo Federal, na pressão pela aprovação do texto, o obriga a ceder em pontos importantes em troca de votos, o que pode gerar impactos negativos para os trabalhadores que contribuem com o Regime Geral de Previdência, administrado pelo INSS. Os pontos mais controversos seguem quase sem alteração em relação à proposta de novembro de 2017. O que há de mais polêmico deve sobrar para a votação, caso ocorra até o dia 28 de fevereiro: a criação da idade mínima; elevação do tempo de contribuição; a alteração da base de cálculo e do valor da aposentadoria para os trabalhadores da iniciativa privada.

Taxa do cartão

Os usuários de cartão de crédito devem estar sempre atentos às faturas, considerando não só o devido controle referente às compras, os juros, quando ocorre algum financiamento, mas também pela chamada taxa de administração. Esta última é cobrada uma vez por ano e, em geral, é parcelada em até 12 vezes. Mas o consumidor deve negociar o pagamento da taxa e até mesmo a isenção desse encargo. Normalmente, o valor é significativo e é um direito do portador do cartão abatê-la.

0,1%

Foi o crescimento

Do movimento dos consumidores nas lojas do País em janeiro deste ano, já descontadas as influências sazonais. Em comparação com o mesmo mês do ano passado (janeiro/17), o crescimento foi de 6,0%, aponta a Serasa Experian. A continuidade da expansão da renda real dos consumidores e a ampliação da oferta de crédito contribuíram para o resultado positivo.

Carnaval em média 5,32% mais caro

O indicador de inflação oficial (IPCA) apresentou deflação em Fortaleza em janeiro, mas neste Carnaval os foliões irão perceber que itens mais consumidos no período estão com os preços mais caros. A média de elevação para a cesta de compras da época é 5,32% entre fevereiro de 2017 e janeiro deste ano, acima dos 3,22% da inflação do período, diz a FGV/ Ibre. Quem puxa a elevação é a gasolina, seguida por refeições em restaurantes e bares. Bebidas compradas no supermercado não tiveram aumento real.

"Um líder deve ser um profissional em que as pessoas confiem, deve ser sincero e ter engajamento. É importante que demonstre maturidade com base em experiências passadas e teóricas, pois tem que estar em busca pela melhoria contínua"

Celso Bazzola

Consultor em Recursos Humanos

Investimentos e a selic mais baixa 

O rendimento da poupança cai junto com o recuo da Selic, mas ainda permanece acima da inflação, com a caderneta devendo render pouco menos de 5,0%. Analistas financeiros recomendam que a poupança é vantajosa somente para quem está iniciando o hábito de investir ou para quem vai aplicar os recursos por um prazo mais curto. Tesouro Direto Selic, Renda Fixa e CDBs, tiveram recuo no rendimento nominal com a queda da taxa básica de juros. Títulos Tesouro IPCA + têm um rendimento real interessante, de cerca de 5% acima da inflação, o que é bem vantajoso.

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