Coluna

Bolso & Cia: Poupança mais atrativa

01:00 · 16.06.2017

A poupança sempre foi a preferida do brasileiro que detém alguma economia para aplicar. Em tempos de inflação elevada, a caderneta viu a fuga de recursos e perdeu na preferência de grande parte dos investidores. Em meio à crise e desemprego, uma boa parcela deles, com menores saldos, se viu obrigada a sacar os recursos para pagar dívidas ou outras despesas. Muitos também preferiram trocar a aplicação para garantir um rendimento um pouco melhor. Agora, com a inflação em baixa e também a taxa Selic, que entra no cálculo do rendimento da poupança, ela volta a ficar mais atraente.

Livros sem custo

Em uma iniciativa da Rede Nexa e Junior Achievment Ceará, amanhã (17), será possível adquirir livros sem custo monetário. Trata-se da 2a. Edição do evento "1010 Maneiras de Comprar um Livro Sem Dinheiro", que acontecerá no Shopping RioMar Kennedy (Piso L2, Espaço Oficina de Ideias), a partir do meio-dia. O pagamento se dará na forma de boas ações, gerando reflexões acerca da cidadania, consumo consciente, sustentabilidade e, ao mesmo tempo, o incentivo à leitura.

7,3% são a pequena parcela

De fortalezenses que consideram que a situação financeira da família nos próximos 12 meses será ótima. Outros, 61,6% têm uma percepção positiva quanto ao futuro e entendem que poderão estar em boa situação em igual período. Para 26,6% e 4,6% respectivamente, o momento a longo prazo ainda deve ser ruim ou péssimo. Os números foram levantados pela Fecomércio-CE.

A apenas um ano da Copa

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Parece que foi ontem que a bola rolou nos campos do Brasil e sofremos o triste 7 x 1, mas também houve muita alegria nas arenas, inclusive em Fortaleza. Agora, estamos a um ano da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Brasileiros que amam o futebol, em meio à crise econômica, têm pouco tempo para planejar a sua viagem até o País sede. O especialista em gestão financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, alerta: a dica é começar o quanto antes a pesquisa da passagem aérea e a cidade onde vai ficar hospedado.

Recado da especialista

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"Apesar do recuo da inflação nos últimos meses, a alta dos preços foi muito acentuada nos últimos anos e esses efeitos ainda são sentidos até hoje. Mesmo com a inflação avançando em patamares moderados, para que haja uma recuperação do poder de compra, é preciso que a renda do brasileiro volte a crescer, fato que ainda não aconteceu."

Marcela Kawauti
Economista do spc brasil

5 dicas para sair do superendividamento 

• Liste todas as despesas (água, luz, telefone, alimentação e transporte), para ter uma visão única de sua dívida.

• Faça uma análise detalhada das finanças. Identifique onde estão os problemas e corte o mal pela raiz. Avalie se você está mantendo um padrão de vida mais alto do que deveria ou se está privilegiando gastos e compras desnecessárias que estão desequilibrando o orçamento.

• Estabeleça um valor limite por mês que você sabe que vai conseguir pagar somando todas as dívidas. Especialistas aconselham que esse valor não seja superior a 30% da sua renda mensal.

• Converse com os credores para entender as taxas cobradas e renegociar suas dívidas, de preferência com uma linha de crédito mais barata.

• Se necessário, cancele o cartão de crédito e diminua o limite do cheque especial, caso não tenha controle, porque esses produtos são alguns vilões do orçamento, com taxas de juros altíssimas.

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