Coluna

Bolso & Cia: O custo de vida de cada um

01:00 · 08.09.2017

Seja ao conferir o salário a cada fim de mês ou na ida ao supermercado, para a maioria dos brasileiros o sentimento é que o custo de vida tem aumentado. Mesmo ouvindo que a inflação está em baixa nos últimos meses, os itens da cesta de compra pessoal variam diferentemente. O que deve ser considerado é se você precisa de mais dinheiro para manter o padrão de vida e adquirir as mesmas coisas que comprava antes. O planejador financeiro Fernando Marcondes explica: "Isto acontece porque perdemos poder de compra".

Melhor período

O buscador Skyscanner revela a época mais barata para viajar e encontrar os melhores preços em bilhetes aéreos. Quem planeja ir à Europa pode economizar até 18% se optar por viagens em novembro. Para quem quer conhecer os EUA, em cidades como Miami e Orlando, agosto é o mês para uma viagem até 16% mais em conta. Para Santiago, o período mais econômico é outubro, saindo por até 16% a menos.

39%

É o percentual de usuários do chamado "dinheiro de plástico" ou cartão de crédito que aumentaram o valor da fatura no último mês de julho. Cada vez mais as pessoas utilizam o crédito para fazer compras básicas e de primeira necessidade. Produtos de supermercados (62%), remédios e itens de farmácia (49%) e combustível (30%).

Tendência de contratação é esperada

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Ao longo dos próximos meses existe uma tendência de contratação no mercado de trabalho, de acordo com o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse movimento normalmente ocorre com maior força no segundo semestre do ano, mas nos últimos anos a captação vinha sendo fraca. É um dado alvissareiro frente às dificuldades enfrentadas pelos 13 milhões de desempregados no País.

"Apesar da surpresa positiva dos dados de atividade econômica, a economia permanece com ociosidade elevada e sem recuperação sólida dos indicadores de consumo, crédito e serviços"

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Roque Pellizzaro Junior
Presidente do SPC Brasil

Cuidado com golpes em nome da previdência

Os golpes contra o cidadão desavisado, sobretudo idosos, proliferam a cada dia. A Previdência Social alerta para que beneficiários dos serviços fiquem atentos.

Nenhum funcionário ou representante de órgão público irá contatar os cidadãos para solicitar dados ou oferecer benefícios do INSS.

Segundo a Ouvidoria Geral da Previdência Social, 732 denúncias reportando crimes como estes foram registradas até julho deste ano, frente a 948 em 2016.

Para denunciar, o cidadão deve entrar em contato pelo telefone 135 e agendar uma visita a uma agência da Previdência Social. Caso tenha sido vítima, um boletim de ocorrência deve ser registrado na Polícia Civil.

A Previdência nunca solicita dados pessoais dos seus segurados por e-mail ou telefone e também não exige cobrança para prestar o atendimento nem realizar seus serviços.

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