COLUNA

Bolso & Cia: Contas na ponta do lápis

01:00 · 01.12.2017

O fim do ano chegou. Hora de planejar as festas de Natal e Ano-Novo e, mais importante ainda, organizar as finanças para 2018.Contas na ponta do lápis são o primeiro passo para buscar driblar as dificuldades financeiras e tentar pôr o pé no ano seguinte com o bolso no azul. É essencial controlar exatamente quanto dinheiro entra e sai. Esse não é um hábito comum entre os brasileiros, infelizmente, mas verificar sistematicamente o orçamento é definitivo para não entrar em dificuldades e descontrole. Não confie apenas na memória. Quitar dívidas, em especial as que estão em atraso, e evitar a compulsão nas compras garantem tranquilidade e um começo de ano seguramente melhor.

Empregabilidade

Com a competitividade do mercado de trabalho cada vez mais acirrada, a preocupação dos profissionais com as suas habilidades e competências consideradas essenciais para ampliar o nível de empregabilidade começa a aumentar. Nada menos que 98% dos brasileiros acreditam que atualizar frequentemente essas habilidades, com um novo curso ou especialização, ampliam as oportunidades, diz a Randstad WorkMonitor.

18%

É o percentual de

Consumidores que pretendem presentear no Natal de 2017 e ficaram com o nome sujo por causa das dívidas pendentes com as compras de fim de ano de 2016, sendo que 11% ainda estão negativados e 6% já limparam o nome. O valor médio das dívidas que geraram o nome na lista negra do SPC foi de R$ 961.

Serviço essencial de banco é gratuito

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Ao abrir uma conta corrente, o consumidor é levado a aderir a um pacote de serviços bancários, com tarifa obrigatória e valores descontados mensalmente da conta corrente. Mas, o que deve ficar claro é que se você não utiliza determinados serviços de movimentação de conta não precisa pagar a tarifa mensal. De acordo com regulamentação do Banco Central, todo banco precisa oferecer ao seu cliente serviços essenciais sem cobrar por isso.

"É compreensível o apelo ao consumo durante o Natal, mas a pessoa deve gastar de acordo com sua realidade financeira. Se há dívidas a pagar, assumir novos compromissos poderá piorar ainda mais este quadro. O ideal é restringir os gastos e equacionar as contas em atraso em primeiro lugar"

José Vignoli. Educador financeiro do SPC Brasil

Demissão por acordo

A nova legislação trabalhista implantou a chamada demissão por acordo. Isso permite que empregados e empregadores definam, consensualmente, o término do contrato de trabalho.

A partir de agora, quando pedir para sair da empresa, o funcionário poderá negociar com o patrão e receber metade da multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e metade do aviso prévio indenizado.

Outra novidade para o trabalhador é que ele também poderá movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS. Quando houver esse acordo, contudo, o trabalhador não terá direito ao seguro-desemprego.

Mas o que o governo argumentou para implantar a reforma é que haveria mais empregos e não mais demissões.

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