Santa Maria: Presos são suspeitos de desaparecer com provas do incêndio - Nacional - Diário do Nordeste

Santa Maria: Presos são suspeitos de desaparecer com provas do incêndio

Folhapress | 18h57 | 28.01.2013

Incêndio matou 231 pessoas em uma boate

O Ministério Público do Rio Grande do Sul afirmou nesta segunda-feria (28) que os quatro presos após o incêndio que matou 231 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria (RS), foram detidos para que provas sobre a tragédia possam ser recuperadas e preservadas.

Equipamentos não foram localizados Foto: Arquivo

"Há suspeitas de que eles (detidos) estejam com provas que interessam e que podem sumir", afirmou a promotora Waleska Agostini. Ela e o promotor Joel Dutra estão acompanhando as investigações.

A Polícia Civil prendeu temporariamente os donos da boate Kiss, onde a festa universitária ocorria, e dois integrantes da banda - um deles teria manipulado um sinalizador que deu início ao incêndio.

De acordo com a promotora, havia indício da presença de um circuito de filmagem na boate, mas os equipamentos não foram localizados. A perícia deverá analisar se as provas foram retiradas do local após o incêndio.

"As câmeras de filmagem não estava no local [onde deveria estar], não havia nenhum computador com armazenamento de memória", afirmou Agostini. A polícia informou que entrará em contato com a empresa responsável pelos equipamentos de segurança do estabelecimento para saber exatamente como eles funcionavam: se era usado apenas para monitorar sem que o material fosse gravado ou se todas imagens podem estar armazenadas em algum lugar.

Nesta segunda-feira delegado Sandro Meiner afirmou que "as prisões são para possibilitar as investigações dos fatos em todas as suas nuances".

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