após ataque a bolsonaro

Filhos de candidato pedem proteção à PF

00:00 · 11.09.2018

Brasília/São Paulo/Washington. Os deputados Flavio e Eduardo Bolsonaro, filhos do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), pediram, ontem, à Polícia Federal que a instituição avalie a possibilidade de estender a familiares a proteção oferecida pelo órgão aos candidatos.

Os parlamentares se reuniram com o diretor-geral da PF, Rogério Galloro. Eles disseram que o PSL deve encaminhar um ofício à PF no qual pedem que sejam estendido a familiares a proteção do órgão.

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Já o terceiro-secretário da Mesa da Câmara, deputado JHC (PSB-AL), protocolou, ontem, um requerimento de informações sobre uma suposta visita do autor do ataque.

Segundo ele, Adélio Bispo de Oliveira, preso pelo atentado, teria visitado a Câmara em 6 de agosto de 2013.

Bolsonaro foi esfaqueado na semana passada, em Juiz de Fora (MG), e está internado. Bolsonaro permaneceu, ontem, em condições clínicas estáveis, informou o hospital Albert Einstein.

"O paciente não apresenta febre ou outros sinais de infecção e permanece em tratamento clínico intensivo. Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa", disse a nota.

Segundo o Einstein, o candidato "realizou fisioterapia -caminhada e exercícios respiratórios". O tratamento para fechamento da colostomia será realizado no futuro, informou a nota.

Solidariedade dos EUA

A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou, ontem, que membros do governo de Donald Trump entraram em contato com a família de Bolsonaro após o ataque.

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