dia do trabalho

Eventos em SP só atraem três postulantes ao Planalto

00:00 · 02.05.2018

São Paulo. Os atos do 1º de Maio em São Paulo organizados pela Força Sindical e pela CUT atraíram pouca atenção dos presidenciáveis este ano. Apenas três candidatos ao Planalto compareceram às comemorações: Aldo Rebelo (SD), Manuela D'Ávila (PCdoB) e Paulo Rabello de Castro (PSC). Os dois primeiros em passagem relâmpagos antes de voar para Curitiba para participar do ato em prol de Lula.

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"Foi menos politizado que o normal, embora seja um ano muito difícil para os trabalhadores, com a Reforma Trabalhista e a tentativa da Reforma da Previdência", disse o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do SD. "Nós convidamos todos, só vieram três", acrescentou.

Enquanto Manuela D'Ávila e Aldo Rebelo criticaram a reforma trabalhista do governo Temer, Rabello de Castro argumentou ao Estadão que o problema dos trabalhadores é a recessão, não a perda de direitos.

Na festa da CUT em São Paulo, a principal palavra de ordem era "Lula Livre". A única presidenciável que participou foi Manuela, que prestigiou os três eventos - os dois paulistas e o ato conjunto da CUT e da Força Sindical em Curitiba. Para a comunista, a Reforma Trabalhista e a prisão do Lula - "o primeiro operário presidente do Brasil" - aumenta a responsabilidade para que os atos sejam politizados.

Estavam presentes os candidatos da chapa majoritária do PT: Luiz Marinho, que disputa o governo, o vereador Eduardo Suplicy e o ex-secretário Jilmar Tatto, que tentam vaga no Senado.

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