Coluna

Tom Barros: Primeira vitória

tomb

Tom Barros

tom@diariodonordeste.com.br • Colunista da editoria Jogada.

00:00 · 19.05.2017

É preciso vencer. A vitória que transforma, que dá confiança, que abre caminhos, que espanta fantasmas, que faz e acontece. O Fortaleza precisa vencer. Os homens para a vitória: Lúcio Flávio e Leandro Cearense. Como melhor utilizá-los? Deixo com o competente Paulo Bonamigo. Certamente ele saberá o momento ideal, se de início, se no transcorrer, se após o intervalo. No Pará o Fortaleza não jogou bem, mas foi melhor. Não mereceu perder. O empate teria sido o resultado justo. Mas perdeu. Sim, passou. Hoje vem o Belo, 7 da noite, no PVzinho de açúcar. O Botafogo, em casa, empatou com o Cuiabá na estreia. Houve críticas. Natural. Empatar em casa provoca sentimento de derrota. É assim que o Botafogo enfrentará o Fortaleza logo mais. Leão ofensivo em busca da primeira vitória.

Atacante

A defesa do Fortaleza, que falhou no gol sofrido em Belém, terá mudanças. Deve estar atenta à movimentação do atacante do Botafogo, Rafael Oliveira, que foi destaque na estreia do time na Série C diante do Cuiabá. Fez um gol, que foi anulado. Mas o sentido participativo de sua atuação foi que resultou no reconhecimento de todos.

Título

No Botafogo, campeão paraibano 2017, está o goleiro Michel Alves, que jogou no Ceará. Vem no embalo da conquista sob o comando de Itamar Schülle, que, como técnico, ganhou seu segundo título estadual. O primeiro foi em 2015, quando levou o Operário ao título de campeão paranaense, desbancando os favoritos Coritiba e Atlético.

Recordando

Década de 1970. Sede do Ceará Sporting Club em Porangabuçu. A partir da esquerda: Nagel de Melo, Caiçara e Nado. O três fizeram história no Vozão. Nagel foi bicampeão cearense (1971/72). Hoje mora em Recife. Caiçara, como técnico, foi campeão cearense pelo Fortaleza (1969 e 1973) e pelo Ceará (1975, 1976, 1980, 1981 e 1986). Nado brilhou no Náutico, Vasco, Ceará e Fortaleza. Morreu em 2013 aos 75 anos de idade. (Álbum de Elcias Ferreira).

Recordando

Semana

Givanildo tem uma semana para os ajustes, visando a fazer com que funcione a artilharia do time, zerada até aqui. Uma conversa com Magno Alves será importante. O Magnata não anda bem. Desde aquela pancada que sofreu no ombro na decisão do campeonato com Ferrão, Magno deixa transparecer que algo o incomoda.

Esperança

O atacante Elton pode ser a solução para os problemas que Givanildo vem enfrentando na composição da linha de frente alvinegra. Já o atacante Roberto, apesar de nos dois jogos de que participou não ter assinalado gol, vem agradando pelo participação. Joga agudo, tem velocidade e demonstra vontade fora do comum.

À vontade

Na estreia pelo Fortaleza, em Belém, Adenilson não me pareceu bem à vontade para apresentar seu ótimo futebol. Hoje, certamente mais adaptado às circunstâncias, quero crer que poderá desenvolver o futebol de qualidade que o projetou quando atuava pelo Guarani/J. Se conseguir jogar naturalmente, como antes fazia no Guarani, terá tudo para corresponder.

Fortaleza

Notas & notas. De repente, observo uma ojeriza ao Castelão por parte de diversos cronistas. Meu amigo Alan Neto, o príncipe, já disse que lá só irá em última instância. Wilton Bezerra afirma que lá só irá se amarrado. Eu afirmo e reafirmo que nem amarrado irei. Qual o motivo dessa ojeriza toda? Certamente o tratamento nada cortês em algumas ocasiões. Modernizaram o estádio, mas não o humanizaram. Aí o PV, embora não seja padrão Fifa, torna-se preferido pelo aconchego. No PV não há frescura.

Últimos Artigos

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.