Sobre 'ataque'

Maduro cogita aceitar ajuda do FBI em inquérito

00:00 · 13.08.2018

Caracas/Washington. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, abriu a possibilidade de que os EUA cooperem na investigação de um suposto atentado contra ele e pelo qual culpa seus opositores. A oposição protesta, por sua vez, pela captura de um de seus dirigentes, apontado como "cúmplice".

"Se o governo dos EUA ratificar sua oferta de cooperação do FBI (Polícia Federal americana) para a investigação dos vínculos na Flórida com o plano do assassinato (...), eu aceitaria, estaria de acordo que o FBI viesse", garantiu o presidente, em um ato com a cúpula militar.

Segundo Maduro, na Flórida (sudeste dos EUA), há "células terroristas" coordenadas por Osman Delgado Tabosky, que dirigiram a detonação de dois drones com explosivos quando discursava durante uma parada militar em 4 de agosto. "É da Flórida que se ativa a explosão do drone que explode na frente" do palco presidencial, denunciou ele em pronunciamento.

Reunião

Na quarta-feira passada (8), o ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, reuniu-se com o encarregado de negócios dos EUA em Caracas, James Story.

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