terrorismo

Atentados criam pânico desde 2015

Caminhão usado pelo tunisiano Mohamed Lahouaiej-Bouhlel, de 31 anos, para atropelar 86 pessoas durante os festejos do 14 de julho, na orla de Nice ( Foto: AFP )
00:00 · 24.03.2018

O terrorismo virou a principal preocupação da segurança dos franceses desde 2015. No dia 13 de novembro, o país sofreu os piores atentados de sua história, que envolveram, pela primeira vez, homens-bomba.

Os atentados atingiram, em Paris, a casa de shows Bataclan, vários bares e restaurantes do centro da capital. Morreram 130 pessoas, principalmente jovens. O EI assumiu autoria.

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Antes, no dia 7 de janeiro do mesmo ano, os irmãos Said e Cherif Kouachi mataram 12 pessoas, incluindo renomados cartunistas, na sede da revista satírica "Charlie Hebdo", em Paris. Após dois dias foragidos, as forças de segurança executaram os atacantes . Em 8 de janeiro, Amedy Coulibaly matou um policial e feriu um agente municipal em Montrouge, ao sul do País. E, um dia depois, fez reféns os clientes e funcionários de um supermercado de alimentos judaicos da capital francesa, matando quatro deles. Os agentes o mataram. Os irmãos Kouachi afirmavam integrar a rede Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), já Amedy Coulibaly, o EI.

No dia 14 de julho de 2016, o tunisiano Mohamed Lahouaiej-Bouhlelfue, 31 anos, avançou contra a multidão com um caminhão pouco antes de um espetáculo de fogos de artifício durante o feriado nacional em Nice (sudeste). O ataque matou 86 pessoas e feriu 400. Lahouaiej-Bouhlelfue foi morto pela Polícia, e o atentado também foi reivindicado pelo EI.

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