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Potencial promissor

Arquitetura

04:00 · 07.12.2017
Planejar, projetar e desenhar espaços, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas, fazem parte do trabalho do profissional formado em Arquitetura e Urbanismo. Mas o 
campo de atuação do arquiteto vai bem além disso e perpassa por áreas como patrimônio histórico, paisagismo, planejamento urbano, arquitetura de interiores e meio ambiente.
Entre as áreas de atuação, a de arquitetura de interiores é a mais procurada, como observa a professora Camila Girão (FOTO ACIMA), Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Fortaleza (Unifor). “O mercado de trabalho de arquitetura de interiores é bastante procurado formalmente. Absorve número considerável de profissionais. Contudo, na medida que a profissão vem sendo reconhecida pela sociedade como atividade essencial, atualizações na legislação e abertura de novas demandas vêm sendo
mais evidentes”, destaca.
 
INOVAÇÃO
Segundo a Coordenadora, áreas como gestão de projetos e obras, paisagismo, estudos de viabilidade econômica e técnica e assistência técnica habitacional (para população de  baixa renda) têm potencial promissor. “Muitos profissionais ficam restritos a áreas mais clássicas de atuação, mas o profissional que percebe como inovar, visando ao atendimento
de uma demanda, ou mesmo se antecipando às demandas futuras ou problemas existentes, tem maior chance na inserção no mercado de trabalho”, argumenta a docente da Unifor.
A profissão de arquiteto é regulamentada. Para exercê-la, é obrigatório possuir diploma de bacharel em Arquitetura emitido por curso superior reconhecido pelo MEC e obter o registro profissional no Conselho de Arquitetura e Urbanismo da região onde atua. O curso é do tipo bacharelado e dura em média cinco anos. O currículo mescla disciplinas de
Ciências Exatas e Humanas. 
 
 
Atividades e atribuições do arquiteto e urbanista:
 
. supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica; 
. coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
. estudo de viabilidade técnica e ambiental;
. assistência técnica, assessoria e consultoria;
. direção de obras e de serviço técnico;
. vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria e arbitragem;
. desempenho de cargo e função técnica;
. treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária;
. desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização, mensuração e controle de qualidade;
. elaboração de orçamento; 
. produção e divulgação técnica especializada;
. execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico.
(Lei Nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010)

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