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Momento ideal

Expectativas superadas no ano passado inspiram crescimento do mercado imobiliário em 2018. Gestores garantem que é o momento certo para comprar imóveis

04:30 · 02.02.2018

O ano de 2017 terminou com sinais de otimismo no setor imobiliário cearense. “Com a melhora dos fundamentos econômicos (juros baixos, inflação sob controle, aumento da renda e do emprego), houve uma melhora no mercado imobiliário em relação ao ano anterior”, defende José Carlos Gama, Vice-Presidente da Área Imobiliária do Sindicato das Construtoras do Ceará (Sinduscon-CE) e Sócio-Administrador da Construtora Placic. Mesmo 2017 tendo começado com perspectivas humildes para os meses seguintes, “o mercado se recuperou e chegou a igualar ao ano anterior”, afirma Emanuel Capistrano, Presidente da Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (Coopercon-CE). 

Ricardo Bezerra, Sócio-Diretor da Lopes Immobilis, destaca que a alta do setor ficou ainda mais evidente em seu segmento de base, o residencial vertical, que cresceu tanto em número de unidades vendidas (5%), quanto em Valor Geral de Vendas (25%) em relação a 2016. “Apesar do pessimismo que reinava no começo do ano, 2017 fechou acima da melhor de nossas expectativas, mostrando a retomada do setor imobiliário na capital e no interior”, pontua Bezerra.

Ele acrescenta que o sentimento mudou muito. “A sensação atual é de positividade e otimismo. O maior fator motivador desse sentimento e dos resultados finais positivos de 2017 foi a queda na taxa de juros do país: Selic a 7% e com viés de queda”, declara Ricardo Bezerra.

RESULTADOS
Para se adaptar ao cenário que vigorava no ano passado, José Carlos Gama explica que as empresas abortaram os lançamentos projetados, de forma que o estoque caiu em função das vendas realizadas. Nesse tempo, o consumidor aproveitou os efeitos da lei da oferta e da procura para adquirir imóveis novos com condições diferenciadas e valores menores, sinaliza o Presidente da Coopercon-CE. “O cliente sentou-se à mesa de negociação com grande poder de barganha e facilidade para escolher, com condições bem vantajosas”, revela. 

Essa tendência, no entanto, está começando a se reverter. “O mercado deu sinais de melhora no fim de 2017, e esperamos que em 2018 essa melhora continue. Os preços já estão mais estabilizados. Não existem mais tantos descontos como os que foram praticados antes”, opina Capistrano.

Outro ponto de relevância foram as unidades residenciais verticais mais comercializadas. Analisando as regiões da capital cearense, as que mais venderam apartamentos (em número de unidades) foram, pela ordem: Guararapes, Cocó, Cidade dos Funcionários e Aldeota, segundo dados do Setor de Inteligência de Mercado da Lopes Immobilis.

PRODUTOS
Wagner Paiva, do Setor de Inteligência da Lopes, aponta os produtos que mais venderam em cada zona de valor: Renata Condomínio Parque, da BSPAR (Guararapes); Sinfonia Residência, da C. Rolim Engenharia (Cocó); Inovatto Condominium, da Novaes Engenharia (Cidade dos Funcionários) e Condomínio Belas Artes, da Monteplan Engenharia (Aldeota). 

Em termos de área privativa, a pesquisa da Lopes Immobilis mostra que o consumidor preferiu apartamentos de até 89m², evidenciando o modo de viver das pessoas de hoje, que constituem famílias menores, com poucos ou nenhum filho, analisa Ricardo Bezerra.
O Presidente da Coopercon-CE lembra que os apartamentos compactos têm um ticket de valor final bem menor, abrangendo um público maior de clientes. "Mas os apartamentos de alto padrão, a partir de 200m², também venderam muito bem em 2017”, complementa Emanuel Capistrano.

O gestor da Lopes observa que, em termos proporcionais, os produtos que mais venderam em 2017 foram os de altíssimo padrão (acima de 200m² de área). O estoque geral segue com quase 7.000 unidades, entre prontos e em construção, residenciais e comerciais. “Pela lei da oferta e da procura, um estoque alto leva a preços mais baixos e competitivos, e é justamente isso que está acontecendo em Fortaleza. Nunca o mercado foi tão bom para o comprador. A hora de se comprar imóveis é agora”, afirma
Ricardo Bezerra.

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