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Encanto decorativo

Aquarismo virou hobby e tendência de decoração, contribuindo para o bem-estar de quem tem aquários por perto

10:00 · 18.08.2017
aquário na sala
 
Depois de cães e gatos, os peixes ocupam a terceira posição no ranking dos animais domésticos mais comuns. A criação de peixes com finalidade ornamental ou de estudo recebe até nomes especiais: aquarismo ou aquariofilia. Desde a Antiguidade, há registros que gregos, maias, astecas e chineses conservavam peixes em banheiras ou tanques. As técnicas foram evoluindo, assim como o número de amantes dessa prática, também aplicada, hoje em dia, à decoração.
Um estudo da Universidade de Purdue, em West Lafayette, Indiana (Estados Unidos), demonstra que ter um aquário é uma boa terapia contra o estresse, a ansiedade, a tensão arterial, o Mal de Alzheimer, a hiperatividade das crianças e até contra a insônia. Daí porque consultórios médicos, unidades hospitalares, restaurantes, hotéis, empresas, escolas, lojas de departamento e até órgãos públicos investem nisso. E por que não ter um aquário em casa?
Aquários ornamentais têm sido usados em residências por hobby e por serem elementos decorativos. A criatividade dos arquitetos pode trazer versatilidade ao uso do aquário, desde que respeitadas as condições de habitação das espécies, apontam Ednardo Freitas e Jackson Soares, sócios da loja Maré Aquarismo, criada em 2012.
Eles dizem que as possibilidades são muitas para essas aplicações: luminárias em um quarto, uma mesa de centro ou lateral, um quadro “vivo” na parede, um divisor de ambientes, um muro relax em uma escada, uma pia estilosa, aquela mesa de escritório exclusiva, uma cortina de bolhas e tantos outros usos que a criatividade possa alcançar.
 
PROJETOS
Carlos Zaranza, especialista em projetos e assessoria para interiores, observa que lidar com aquários é a possibilidade de criar um encanto para o olhar. Portanto, o aquário deve ser pontuado no ambiente de maneira leve. “Ele é indicado para áreas onde possamos repousar ao contemplá-lo, como salas de estar, jantar e varandas, sem maior exposição ao Sol”, defende.
Ednardo e Jackson contam que o kinguios ou japonês, como é conhecido, é um dos peixes de água doce favoritos e protagonistas na maioria dos aquários comunitários (aqueles com diversas espécies em um mesmo tanque). Eles relatam que, atualmente, os aquaristas estão optando pelo aquário marinho, pois os peixes de água salgada possuem cores vibrantes e espécies exóticas, além de uma enorme variedade de corais que tornam o layout ainda mais exuberante.
Os profissionais destacam, ainda, os aquascaping ou “plantados”, que se tornam “verdadeiras obras de arte para ninguém botar defeito”. Na decoração residencial, Zaranza recomenda aquários retangulares, agregados ao mobiliário, de forma a integrar o contexto do projeto arquitetônico.
 
ATENÇÃO
Seja qual for a estratégia, Ednardo e Jackson lembram que os cuidados com o bem-estar da fauna e da flora que compõem o aquário são prioritários. Por isso, acreditam, não basta confiar em vídeos explicativos da internet: os profissionais especializados são os mais adequados para ajudar na criação ornamental de peixes.
A Maré Aquarismo, por exemplo, além de comercializar artigos destinados à aquariofilia – peixes ornamentais, aquários, filtros, cascalhos, materiais de enfeite, iluminação, alimentos e acessórios –, faz manutenção em aquários, desenvolve projetos e faz instalações. Serviço de hospedagem para peixes e suporte gratuito 24h ao cliente (por telefone) também estão disponíveis.


CUIDADOS NA MANUTENÇÃO
 
Os especialistas recomendam:
 
1. Reproduzir ao máximo o ambiente natural dos peixes no aquário;
2. Colocar espécies com comportamentos compatíveis em aquário comunitário;
3. Alimentar os peixes com rações que atendam às necessidades de cada espécie;
4. Filtrar e oxigenar a água permanentemente;
5. Monitorar e controlar a temperatura da água do aquário;
6. Testar a qualidade da água periodicamente, aferindo os níveis de ph, amônia, nitrito e nitrato;
7. Realizar Trocas Parciais de Água (TPA) periodicamente, segundo a necessidade de cada aquário;
8. Observar o comportamento e a estrutura física dos peixes;
9. Em caso de doença nos peixes, procurar uma loja ou profissional especializado;
10. Não realizar procedimentos que não tenham sido orientados por um especialista.
 
Fonte: Ednardo Freitas e Jackson Soares, sócios da Maré Aquarismo

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